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05/12/2012

Renunciar à gula, à vaidade, ao egoísmo - Por amor à vida e aos animais!

Não vivam na ignorância do que se passa, nem da forma como as indústrias exploram a nossa ingenuidade e desconhecimento. Os animais precisam que despertemos, que saibamos o que se passa, que deixemos os nossos sentimentos despertar e reivindicar a sua defesa. 
A indústria de animais para consumo é a mais violenta e cruel de todo o planeta. 
Vejam como provavelmente contribuem para ela e tomem uma atitude ética, consciente e compassiva. Os animais são seres sencientes e têm tanto direito à vida como os humanos.
Não os comam. Amem-os!

Vejam o vídeo: http://vimeo.com/51837094

23/10/2012

Índios guarani-kaiowa anunciam suicídio coletivo


Disse e repito, quando os índios chegam a este ponto o mundo deveria parar e reverenciar a mãe Natureza e os seus filhos.
Ninguém é dono da terra, mas quem cuida dela deve ser preservado. Que ditadura é esta que se arroga direitos sobre o planeta? O Ocidente vive numa ditadura de domínio e controlo sobre o planeta que é inaceitável, incompreensível e não pode continuar. Quem são os "Governos" para decidirem o que quer que seja sobre o direito irrevogável de cada um habitar no espaço que lhe pertence por história e amor à terra? Há muito, muito tempo que o mundo inteiro se deveria ter oposto à brutalidade, desrespeito e abuso a que os índios têm sido submetidos para benefício de fazendeiros, indústrias e explorações agrícolas, que devassam, poluem e deixam a terra exangue.
O nosso silêncio e passividade, aliados à falta de moral e de ética dos nossos (des)Governos, está a destruir a casa que nos acolhe, o maravilhoso planeta azul.


11/10/2012

Especismo


Quando eu falo em não matar e não comer animais, muitas pessoas argumentam equiparando-os a vegetais. Mas em consciência, sei que não acreditam que mamíferos, legumes, aves,  frutas, sejam idênticos. Um cão, um golfinho e um cavalo, não são confundíveis com uma banana, uma beterraba, ou orégãos. Da mesma forma que um ser humano não se confunde com um repolho. Os animais são seres sencientes; simplesmente não falam, nem raciocinam da mesma forma articulada como nós o fazemos. Mas isso não os faz inferiores nem disponíveis para o que quisermos fazer deles.
O que são seres sencientes? Seres que sentem dor e prazer psicofisiológicos, e emoções afins às humanas, possuindo também consciência, conforme a recente Declaração de Cambridge:  http://fcmconference.org/img/CambridgeDeclarationOnConsciousness.pdf
Seríamos capazes de comer uma vaca depois de termos tido uma conversa em que ela nos contava como tinha sido afastada da sua cria à nascença, e que a mesma tinha sido imediatamente morta só para que ela - vaca - continuasse a dar leite para os humanos beberem? Uma conversa faria uma grande diferença... E é por causa dessa mudez que nós temos que ser a sua voz.
Pelo facto de os animais não falarem, não acederem à internet e de não terem a capacidade de destruir o mundo, nem de usarem armas para se matarem uns aos outros - como os humanos - consideramo-nos superiores. Mas não somos superiores na inocência, nem na autenticidade, nem na capacidade de viver em comunhão com a natureza e os seus ciclos. Nem talvez sejamos assim tão inteligentes como pensamos - temos usado as nossas capacidades cognitivas de forma gananciosa e competitiva, trazendo destruição e conflito ao mundo. 
Mas talvez estejamos agora em posição de mudar os paradigmas e focalizar a nossa energia na pacificação, tentando ver com clareza de intenções em que medida as nossas crenças, hábitos e opções, contribuem para o que - em consciência - não queremos nem para nós, nem para o planeta.
Podemos ter passado uma vida inteira à margem destas questões – conduzidos pela cultura vigente sem a questionarmos – mas depois de despertamos, sentimos um impulso para a mudança que não nos permite voltar atrás.
Habitualmente não comemos cão, cavalo, ou gato, porque os consideramos especiais. Mas na verdade, estudos científicos provam que os porcos, carneiros, vacas, etc., são igualmente especiais e estão ao mesmo nível de inteligência e sensibilidade que os animais ditos "de estimação". E ao facto de certos animais não serem "estimados" e de comermos uns em detrimento de outros, chama-se especismo. É uma escolha selectiva baseada num julgamento de falsas premissas, porque na verdade não temos qualquer direito de julgar e decidir que uns animais são para matar e outros para amar. Nem tão pouco os animais nos dão essa opção, eles não nascem com etiquetas "comam-me" ou "amem-me". 
O especismo assenta no mesmo princípio em que se baseia o sexismo, o racismo, o fanatismo religioso, e tantos outros "ismos". É descriminação, separatividade, medo, dominação, abuso. Numa palavra, violência.
É nossa a opção do futuro.

03/10/2012

A política, a guerra e o cartel farmacêutico

Uma palestra imperdível. Muito esclarecedora sobre os interesses financeiros que controlam as nossas vidas e a manipulação a que estamos diariamente sujeitos.


15/09/2012

O fim do especismo

"Foi decretado pela própria ciência o FIM do especismo - equívoco pelo qual alguns ainda insistem em teimar que os animais são seres "inferiores" ao homem, sem sentimentos ou incapazes de funções tal como a consciência e o sofrimento. Leia: http://fcmconference.org/img/CambridgeDeclarationOnConsciousness.pdf

A partir de agora já não é possível continuar a insistir nesse tipo de "argumentação" como tentativa de justificar o injustificável: o abate dos animais, o consumo da sua carne, a caça, a sua exploração como "diversão", o seu aprisionamento e confinamento, o uso das suas peles.

Uma versão abreviada do histórico documento de julho de 2012 de Cambridge, foi recentemente publicada também no Brasil em: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/quase-humanos"

09/09/2012

Carnismo: uma perversão cultural

Ensinamos as crianças a amar os animais. Os mémés, os piupius, os patinhos... Levamos as crianças aos parques para dar pão aos patos, aos peixes, milhos aos pombos. Depois nas quintas pedagógicas, a darem festinhas às vaquinhas, às ovelhas.
Em casa há gatos, cães, coelhinhos. Ensina-se a cuidar e proteger... Mas no fim mata-se tudo, serve-se com arroz e batatas, e come-se.
Muitas crianças reagem, não lhes faz sentido, choram... Mas os pais insistem "tens que comer a carninha". E com o decorrer do tempo a consciência mais pura da criança vai-se dissociando da lógica emocional e intuitiva, e é substituída por uma (i)lógica racional cultural que nunca se questiona "porque é assim" (mesmo que ninguém saiba explicar porquê).
Digam-me se isto não é de facto uma perversão e psicopatia da nossa sociedade?
E porque é que se escolhe comer uns animais e não outros? De uma vez por todas, porque é que se comem animais? As suas opções têm um grande impacto sobre o nosso corpo, sobre o planeta.
Não reaja defensivamente, não negue, não ignore. Informe-se, reflicta e escolha.

“Alguma vez já se perguntou porque é que, de dezenas de milhares de espécies de animais, provavelmente sente-se enojado com a ideia de comer a grande maioria e só come meia dúzia deles? O que é mais impressionante sobre a nossa seleção de animais comestíveis e não comestíveis não é a presença de nojo, mas a ausência dela.
 “Why We Love Dogs, Eat Pigs, and Wear Cows: An Introduction to Carnism”, é a resposta de Melanie Joy à pergunta acima: como é que nós como sociedade "decidimos" que animais são bons para jantar, em oposição ao desafio da conquista sobre o factor medo? Por que vemos alguns animais como "consumíveis", enquanto outros são "fofinhos"? E como é que é possível justificarmos a escravidão e abate de animais, quando esse sofrimento é desnecessário para a sobrevivência humana nos países industrializados?
Joy - uma psicóloga social e defensora dos animais - estabelece o conceito de "carnismo" para explicar como e porquê classificamos um pequeno subconjunto de animais não-humanos como "alimento", apesar de todos os animais (incluindo os humanos) serem essencialmente feitos da mesma matéria (ou seja, carne). A ideologia do carnismo automaticamente reforça e reenforça o nosso consumo de carne (a nossa "cultura da carne", se preferir). Porque o "carnismo" é absurdo, é preciso adoptar uma série de mecanismos de defesa a fim de manter o status quo. Estes incluem comportamentos como a negação, a evitação, a rotinização, a justificação, a coisificação, desindividualização, dicotomização, racionalização e dissociação. E tudo isto ocorre tanto a nível individual como institucional.” (https://www.facebook.com/pages/Occupy-for-Animals/152547194813334)


29/08/2012

"The Gerson Miracle" - um contributo para a cura do cancro

Um documentrário importantíssimo que tem sido silenciado porque não alimenta o negócio de milhões das farmacêuticas. Uma perspectiva sobre o que se passa no planeta e que nos prejudica seriamente, mas também uma das janelas que se abrem para a cura do cancro usando apenas a Natureza como aliada.

20/08/2012

"Terráqueos" ("Earthlings")

"Este filme pode mudar a sua vida e a de biliões de animais".

Já aqui fiz referência a este filme, que induz a uma tomada de consciência muito grande no âmbito da mudança de paradigma que estamos a viver, a caminho de um novo estado evolucionário para a humanidade: a unidade (Oneness), implicando uma nova ética e reconhecimento da igualdade do direito à vida dos seres que partilham este planeta com os seres humanos.

Esta versão é legendada em português.
Contém imagens chocantes.



14/08/2012

Movimento em prol da mudança de estatuto dos animais

Vamos apoiar e divulgar maximamente este movimento, criado por Paulo Borges, presidente do PAN - Partido pelos Animais e Pela Natureza:

"Criei este movimento que visa alterar o estatuto do animal no Código Civil, que o considera absurdamente uma "coisa móvel", onde há que o reconhecer como um ser senciente, capaz de sentir dor e prazer psicofisiológicos e emoções afins às humanas. Este é o principal e fundamental passo para proibir, criminalizar e penalizar devidamente todos os tremendos maus-tratos e sofrimentos a que são sujeitos os animais em Portugal, sejam os de companhia, os usados nos circos e touradas ou ainda nos laboratórios e na cadeia alimentar. Vamos fazer a diferença, levar a causa de quem não tem voz ao primeiro-ministro de Portugal e colocar Portugal no rumo da civilização. Conto com o teu apoio e máxima divulgação!"

Ver movimento

10/08/2012

Earthlings


Nação Terra:
EARTHLINGS é um documentário poderoso e informativo sobre o tratamento que a sociedade dá aos animais, narrado por Joaquin Phoenix e com banda sonora de Moby. Este filme multi premiado, realizado por Nation Earth, é obrigatório para todos os que se interessam pelos animais ou que pretendam fazer deste mundo um lugar melhor.

http://earthlings.com/?page_id=32

09/08/2012

Retiro de desintoxicação do organismo

Para quem puder e quiser, aconselho vivamente este retiro!


Retiro Detox de Uma Semana

Data: 09 Set 2012, 19h30 — 14 Set 2012, 15h
Onde: Casa da Ervas Silvestres - Verride (Montemor o Velho), Portugal
Valor: 240€
Para mais informação entre em contacto com: jutta.weiske@hotmail.com

Uma oportunidade de limpar o corpo, a mente e o espírito na natureza, num lugar lindo...

O Retiro "Detox" é um processo de limpeza do sangue das células e uma restauração dos intestinos. Os intestinos são responsáveis pelo bom funcionamento do corpo inteiro, todos os órgãos, glândulas, células, coração e mente.
Com a alimentação moderna, os trabalhos sem movimento físico e a exposição às radiações e às toxinas no ar, alimentos, móveis, produtos de limpeza, etc. Somos normalmente sobrecarregados com substâncias estranhas ao corpo. Ao longo do tempo, acumuladas, podem criar graves disfunções, chamadas doenças.
Podemos prevenir doenças através um comportamento consciente em relação ao nosso corpo. Existem vários métodos de acelerar uma limpeza e deveríamos usa-los pelo menos 2 vezes por ano.

Neste retiro estamos a oferecer uma limpeza intensa para pessoas sem problemas físicos (graves) com os seguintes resultados:
  • Óptimo funcionamento dos intestinos (aumento do funcionamento do metabolismo)
  • Ausência de cansaço, aumento do entusiasmo, revitalização
  • Grande melhoria da qualidade do sangue
  • Harmonização física e psicológica – reconhecer o estado natural
O processo da auto-cura é iniciado e pode ser continuado. Também é uma preparação óptima para começar mudanças profundas na alimentação e na vida.
O método mais rápido e eficaz é jejuar os 6 dias disponíveis com água pura ou água com sumo de limão. Assim vamos dar um descanso total ao aparelho digestivo e colocar o metabolismo em modo de limpeza. Este método é a escolha perfeita para as pessoas com minerais suficientes, o que vamos testar duas semanas antes do início destas férias especiais.
Para as pessoas com deficiência de minerais ou pessoas que optem por este passo, vamos oferecerdurante estes 6 dias sumo de fruta, vegetais e ervas silvestres. Este processo também provoca uma desintoxicação e fornece minerais ao mesmo tempo.
Antes de iniciar o Detox, vou acompanhar os participantes durante uma semana para poderem preparar o corpo de forma a obter melhores resultados e facilitar o processo.
É bastante fácil jejuar, especialmente com mais pessoas.

Programa:
6 dias de Detox (jejuar com água ou sumo) com o máximo de 6 pessoas para garantir que cada pessoa tenha privacidade suficiente.
1 dia para começar a comer (a parte mais difícil, sendo mais conveniente fazer este passo em conjunto).
Oferta opcional durante os 7 dias:
(o programa é uma oferta opcional, assim podem ter muito tempo para simplesmente estar e observar o movimento interior.)
  • Meditação
  • Clister
  • Massagem linfática
  • Banhos quentes com sal
  • Banhos quentes e frios
  • Aprendizagem básica de massagem ayurvedica.
  • Ensinamentos sobre a alimentação saudável e conhecimentos de algumas ervas silvestres
  • Aprendizagem sobre métodos de desintoxicação (durante do ano em casa)
  • Passeios, ida à praia, um pequeno lago perto, o rodear
  • Dançar (pode ser uma nova descoberta do nosso próprio ser)


Jutta Weiske, a facilitadora, desde há 30 anos interessada em alimentação natural e saúde, tem facilitado vários jejuns. Não é médica e por esta razão só vai facilitar um jejum a pessoas sem doenças crónicas ou outras doenças graves. Sente-se capaz de motivar pessoas de passar 7 dias em jejum com todos os seus benefícios.
Acredita profundamente que a nossa saúde esta nas nossas mãos.Temos de reaprender de ouvir o nosso corpo e ter confiança de dar resposta.

Teacher of Nutrition and Vegetarian Cuisine.