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24/08/2014

O FDA admite que a carne de frango contém arsénico

Depois de anos a varrer o problema para debaixo do tapete na esperança que ninguém notasse, o FDA vem agora finalmente admitir que a carne de frango vendida nos EUA contém arsénico, um produto químico tóxico que causa cancro que é fatal em doses elevadas. 

Mas a verdadeira história é de onde este arsénico vem: é adicionado à ração dos frangos de propósito! 

Pior ainda, o FDA diz que a sua própria pesquisa mostra que o arsénico adicionado à ração para frangos fica na carne dos frangos, que é consumida por seres humanos. Assim, nos últimos 60 anos, os consumidores americanos que comem frango convencional têm estado a ingerir arsénico, uma substância química que se sabe causa cancro. (http://www.phillyburbs.com/news/loc...) 

Até ter sido feito este novo estudo, tanto a indústria de aves como o FDA negavam que o arsénico consumido pelos frangos permanecia na sua carne. A explicação de conto de fadas com que todos nós fomos enganados durante 60 anos, é a de que "o arsénico é expelido nas fezes do frango". Não há base científica para provar essa afirmação... isto é exatamente o que a indústria avícola queria que todos acreditassem. 

Mas agora a evidência é tão inegável que o fabricante de rações para frangos, conhecido como Roxarsone, decidiu retirar o produto das prateleiras (http://www.grist.org/food-safety/20...). E qual é o nome deste fabricante que tem vindo a introduzir arsénico na alimentação dos frangos durante todos estes anos? Pfizer, é claro - a mesma empresa que fabrica as vacinas contendo adjuvantes químicos que são injetados nas crianças.

Tecnicamente, a empresa que produz as rações Roxarsone é uma subsidiária da Pfizer, chamada Alpharma LLC. Embora a Alpharma tenha agora concordado em retirar a alimentação com essa substância tóxica das prateleiras nos Estados Unidos, a empresa afirma que não irá necessariamente eliminá-la dos produtos alimentares vendidos noutros países, a menos que seja forçada a isso pelos reguladores locais.

Tal como foi reportado pela AP: "Scott Brown, da divisão de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicina Veterinária para a Saúde Animal da Pfizer, confirma que a empresa também vende a substância em cerca de uma dúzia de outros países. Ele disse que a Pfizer está a alcançar as autoridades reguladoras nesses países e decidirá se irá vendê-la numa base individual. "(Http://www.usatoday.com/money/indus...) 

Mas, mesmo com o produto contendo arsénico fora das prateleiras, o FDA continua a sua campanha de negação, afirmando que a presença dessa substância na carne dos frangos está a um nível tão baixo que ainda é seguro comê-la. Em simultâneo o mesmo FDA confirma que o arsénico é uma substância cancerígena, o que significa que aumenta o risco de cancro.

O National Chicken Council concorda com o FDA. Num comunicado emitido em resposta à notícia de que o Roxarsone seria retirada das prateleiras, declarou: "É seguro comer carne de frango", mesmo embora admita que o arsénico é utilizado na criação de rebanhos e vendido na carne de frango nos Estados Unidos. 

O que há de surpreendente nisto tudo é que o FDA diz aos consumidores que é seguro comer arsénico causador de cancro, mas que é perigoso beber sumo de sabugueiro! O FDA realizou recentemente um ataque armado a um produtor de sumo de sabugueiro, acusando-o do "crime" de vender "drogas não aprovadas". (Http://www.naturalnews.com/032631_e...) E que drogas são essas? O sumo de sabugueiro, explica o FDA. 

O sumo de sabugueiro magicamente transforma-se numa "droga" se for dito às pessoas como utilizá-lo para manter uma boa saúde...

A FDA também tem perseguido dezenas de outras empresas que vendem produtos naturais à base de plantas ou produtos nutricionais, que melhoram e fortalecem a saúde. Além disso, também está a travar uma guerra contra o leite natural [não industrializado], dizendo que é perigoso. Então na América, agora temos uma agência reguladora de alimentos e medicamentos que diz que é seguro comer arsénico, mas perigoso beber sumo de sabugueiro ou leite natural. 

Por outras palavras, coma mais veneno mas não consuma quaisquer alimentos curativos. Isto é o FDA, matando os americanos a cada refeição, ao mesmo tempo que protege os lucros das próprias empresas que nos envenenam com os seus ingredientes mortais. 

Ah, a propósito, aqui está um outro pequeno facto perturbador sobre hambúrgueres e carne convencional, que vocês provavelmente não sabem: os excrementos dos frangos contendo arsénico são dados a comer ao gado nas indústrias de abate e corte. Assim, o arsénico expelido nos excrementos dos frangos é consumido e concentrado nos tecidos das vacas, que depois são moídos em hambúrguer para consumo das massas ingénuas, que não têm a mínima noção de que estão a comer caca de frango em segunda mão. (http://www.naturalnews.com/027414_c...) 

Direitos de autor Intellhub e World Truth TV 2013
Texto original: https://www.minds.com/blog/view/248173902813990912/fda-finally-admits-chicken-meat-contains-cancer-causing-arsenic

NOTA IMPORTANTE: ISTO NÃO SE PASSA APENAS NOS ESTADOS UNIDOS!

23/08/2014

Cancro: As curas proibidas

Absolutamente a não perder este documentário. Uma visão factual e consistente sobre os interesses dos lobbies farmacêuticos e a ocultação de tratamentos eficazes. 

Tal como o Prémio Nobel da Medicina Richard J. Roberts denunciou: “As farmacêuticas bloqueiam os medicamentos que curam porque não são rentáveis”.

19/02/2014

Earthlings (Terráqueos)

EARTHLINGS é um documentário profundo sobre o trágico e imperdoável uso que a sociedade faz dos animais não-humanos. Narrado pelo actor Joaquin Phoenix, com banda sonora de Moby, e dirigido por Shaun Monson, este filme multi-premiado da Earth Nation é fundamental para uma tomada de consciência sobre a realidade. Dirigido a todos que não temem a verdade e querem fazer deste mundo um lugar melhor. 

Este filme é um grito de alerta e um pedido de socorro: para buscarmos a verdade, para olharmos os outros com compaixão, e para não contribuirmos nem pactuarmos com a crueldade exercida sobre seres maravilhosos que estão no planeta para serem livres, protegidos e amados.

Por difícil que seja aceitar, o sofrimento denunciado aqui é causado pelas nossas 'mãos invisíveis'. Não se trata de não vermos coisas que nos chocam, trata-se de não permitirmos que elas aconteçam através das nossas opções e hábitos diários.

Por favor reflicta sobre as mudanças que pode fazer em prol do planeta, dos animais, e da humanidade. Lembre-se que o seu silêncio e inacção têm consequências na vida de milhões de seres, incluindo a sua.

Info: www.earthlings.com

29/12/2013

Prémio Nobel da Medicina denuncia farmacêuticas

Prémio Nobel da Medicina denuncia: “As farmacêuticas bloqueiam medicamentos que curam, porque não são rentáveis”. 

O Prémio Nobel da Medicina Richard J. Roberts denuncia a forma como funcionam as grandes Farmacêuticas dentro do sistema capitalista, preferindo os benefícios económicos à Saúde, e detendo o progresso científico na cura de doenças, porque a cura não é tão rentável quanto a cronicidade.

Há poucos dias, foi revelado que as grandes empresas Farmacêuticas dos EUA gastam centenas de milhões de dólares por ano em pagamentos a médicos que promovam os seus medicamentos. Para complementar, reproduzimos esta entrevista com o Prémio Nobel Richard J. Roberts, que diz que os medicamentos que curam não são rentáveis e, portanto, não são desenvolvidos por empresas Farmacêuticas que, em troca, desenvolvem medicamentos cronificadores que sejam consumidos de forma serializada. Isto, diz Roberts, faz também com que alguns medicamentos que poderiam curar uma doença não sejam investigados. E pergunta-se até que ponto é válido e ético que a indústria da Saúde se reja pelos mesmos valores e princípios que o mercado capitalista, que chega a assemelhar-se ao da máfia.

A investigação pode ser planeada?

Se eu fosse Ministro da Saúde ou o responsável pela Ciência e Tecnologia, iria procurar pessoas entusiastas com projectos interessantes; dar-lhes-ia dinheiro para que não tivessem de fazer outra coisa que não fosse investigar e deixá-los-ia trabalhar dez anos para que nos pudessem surpreender.

Parece uma boa política.

Acredita-se que, para ir muito longe, temos de apoiar a pesquisa básica, mas se quisermos resultados mais imediatos e lucrativos, devemos apostar na aplicada …

E não é assim?

Muitas vezes as descobertas mais rentáveis foram feitas a partir de perguntas muito básicas. Assim nasceu a gigantesca e bilionária indústria de biotecnologia dos EUA, para a qual eu trabalho.

Como nasceu?

A biotecnologia surgiu quando pessoas apaixonadas começaram a perguntar-se se poderiam clonar genes e começaram a estudá-los e a tentar purificá-los.

Uma aventura.

Sim, mas ninguém esperava ficar rico com essas questões. Foi difícil conseguir financiamento para investigar as respostas, até que Nixon lançou a guerra contra o cancro em 1971.

Foi cientificamente produtivo?

Permitiu, com uma enorme quantidade de fundos públicos, muita investigação, como a minha, que não trabalha directamente contra o cancro, mas que foi útil para compreender os mecanismos que permitem a vida.

O que descobriu?

Eu e o Phillip Allen Sharp fomos recompensados pela descoberta de intrões no DNA eucariótico e o mecanismo de gen splicing (manipulação genética).

Para que serviu?

Essa descoberta ajudou a entender como funciona o DNA e, no entanto, tem apenas uma relação indirecta com o cancro.

Que modelo de investigação lhe parece mais eficaz, o norte-americano ou o europeu?

É óbvio que o dos EUA, em que o capital privado é activo, é muito mais eficiente. Tomemos por exemplo o progresso espectacular da indústria informática, em que o dinheiro privado financia a investigação básica e aplicada. Mas quanto à indústria de saúde… Eu tenho as minhas reservas.

Entendo.

A investigação sobre a saúde humana não pode depender apenas da sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas nem sempre é bom para as pessoas.

Explique.

A indústria farmacêutica quer servir os mercados de capitais …

Como qualquer outra indústria.

É que não é qualquer outra indústria: nós estamos a falar sobre a nossa Saúde e as nossas vidas e as dos nossos filhos e as de milhões de seres humanos.

Mas se eles são rentáveis investigarão melhor.

Se só pensar em lucros, deixa de se preocupar com servir os seres humanos.

Por exemplo…

Eu verifiquei a forma como, em alguns casos, os investigadores dependentes de fundos privados descobriram medicamentos muito eficazes que teriam acabado completamente com uma doença …

E por que pararam de investigar?

Porque as empresas Farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas em curar as pessoas como em sacar-lhes dinheiro e, por isso, a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam totalmente, mas que tornam crónica a doença e fazem sentir uma melhoria que desaparece quando se deixa de tomar a medicação.

É uma acusação grave.

Mas é habitual que as Farmacêuticas estejam interessadas em linhas de investigação não para curar, mas sim para tornar crónicas as doenças com medicamentos cronificadores muito mais rentáveis que os que curam de uma vez por todas. E não tem de fazer mais que seguir a análise financeira da indústria farmacêutica para comprovar o que eu digo.

Há dividendos que matam.

É por isso que lhe dizia que a Saúde não pode ser um mercado nem pode ser vista apenas como um meio para ganhar dinheiro. E, por isso, acho que o modelo europeu misto de capitais públicos e privados dificulta esse tipo de abusos.

Um exemplo de tais abusos?

Deixou de se investigar antibióticos por serem demasiado eficazes e curarem completamente. Como não se têm desenvolvido novos antibióticos, os microorganismos infecciosos tornaram-se resistentes e hoje a tuberculose, que foi derrotada na minha infância, está a surgir novamente e, no ano passado, matou um milhão de pessoas.

Não fala sobre o Terceiro Mundo?

Esse é outro capítulo triste: quase não se investigam as doenças do Terceiro Mundo, porque os medicamentos que as combateriam não seriam rentáveis. Mas eu estou a falar sobre o nosso Primeiro Mundo: o medicamento que cura tudo não é rentável e, portanto, não é investigado.

Os políticos não intervêm?

Não tenho ilusões: no nosso sistema, os políticos são meros funcionários dos grandes capitais, que investem o que for preciso para que os seus boys sejam eleitos e, se não forem, compram os eleitos.

Há de tudo.

Ao capital só interessa multiplicar-se. Quase todos os políticos, e eu sei do que falo, dependem descaradamente dessas multinacionais Farmacêuticas que financiam as campanhas deles. O resto são palavras…

18/09/2013

Dr. Eric Pearl: A Nova Fronteira da Cura

Por Jackie Lapin
Tradução Dora Martinez Pinto

Dr. Eric Pearl | Cura ReconectivaA frase preferida do Dr. Pearl é "eu não sei". Quiroprático, curador, professor e autor do livro A Reconexão: Cure os outros cure-se a si próprio, Eric Pearl viaja exaustivamente por todo o mundo ao longo do ano, ensinando uma nova forma de cura chamada Cura Reconectiva.

Por vezes a resposta às questões sobre a Cura Reconectiva é apenas "eu não sei". Eric Pearl abandonou uma carreira bem-sucedida de quiropraxia em Los Angeles, para viajar pelo mundo e ensinar as pessoas a usarem esta energia curativa. Apesar de não saber exatamente como é que esta cura funciona – embora os estudos científicos comprovem que isso acontece – sabe que funciona e que praticamente qualquer pessoa pode aprender a curar-se a si e aos outros.

"Três das palavras mais importantes que podemos juntar são 'eu não sei' ", diz Eric Pearl. "Estamos treinados para acreditar que temos que 'saber'. Mas quando dissermos 'eu não sei' uma vez após a outra até sentirmo-nos confortáveis com isso, então poderemos realmente crescer."

Eric Pearl explica que a Cura Reconectiva difere do trabalho energético tradicional por envolver energia, luz e informação. Durante a sessão de cura os facilitadores usam as mãos para percepcionar e sentir o espaço ao redor do corpo do cliente. Ao fazê-lo, cliente e facilitador conectam-se com uma banda larga de frequências vibratórias. Os pesquisadores acreditam que podem ser estas frequências de energia, luz e informação que ajudam a alcançar o estado de equilíbrio onde muitas vezes a cura ocorre.

Gary Schwartz e a sua equipa de pesquisadores do Laboratório de Sistemas de Energia Humana da Universidade do Arizona, realizaram seis experiências controladas que confirmam a transferência electromagnética durante as sessões de cura.

As frequências criam coerência e ordem no corpo, de acordo com Dr. William Tiller – professor emérito da Universidade de Stanford – que mediu grandes picos de energia em salas onde estavam a decorrer seminários de Cura Reconectiva.

No Reino Unido o Dr. Richard Hansbury – investigador do cérebro – observou que quando os pacientes receberam frequências de Cura Reconectiva durante os EEGs, as suas ondas cerebrais organizaram-se em estados de desempenho máximo. Estes e outros resultados levaram os pesquisadores a referirem a Cura Reconectiva como medicina de informação.

Schwartz realizou pesquisas que comprovam que as frequências e a luz transmitidas durante as sessões de cura podem alterar o ADN. "Temos pesquisas que mostram que tanto o ADN dos seres humanos como o das plantas são modificados, reestruturados ou, como eu gosto de dizer, reconectados", diz Eric Pearl. "Há um aumento no nível de luz que os seres humanos emitem, e a luz desempenha um papel muito importante na cura."

A cura não ocorre de igual modo para todas as pessoas. Algumas precisam mais do que uma sessão de cura, e outras não sentem os efeitos de imediato. No entanto, a maioria dos "resultados tende a ser imediato e permanente”. "Estamos a aceder a algo que sempre existiu no universo mas que não estava disponível para nós anteriormente. É a inteligência perfeita do universo a dizer ao corpo como curar-se".

O Dr. Pearl testemunhou casos de sucesso em situações diversas como doenças relacionadas com a SIDA, cancro, escoliose, paralisia cerebral, até mesmo joanetes. A sua explicação sobre a Cura Reconectiva pode ser algo filosófica e metafísica, mas o trabalho é suportado não só pelos resultados obtidos como pela ciência. No seu livro, publicado em 36 línguas, Eric Pearl fala detalhadamente sobre o seu despertar para a Cura Reconectiva e sobre a sua compreensão de que tinha a capacidade de ensinar os outros.

Através do livro e dos seminários levados a cabo em seis continentes, Eric Pearl ensinou mais de 70.000 pessoas.Ele ensina a Cura Reconectiva às crianças, tem um programa de cura para os animais, e espera vir a realizar workshops em estabelecimentos prisionais.

"Acredito que estou aqui para ensinar esta consciência a tantas pessoas quanto possível", diz o Dr. Pearl. "Tenho esperança de que este trabalho se torne conhecido por praticamente todas as pessoas do planeta. Espero torná-lo mais conhecido do que a Coca-Cola. Espero que um dia não seja necessário ensiná-lo, e que simplesmente possamos sentar-nos ao lado de alguém e transmitir a energia".


22/07/2013

Dr. Eric Pearl em Lisboa

O Dr. Eric Pearl e o Reconnection Team, estarão em Lisboa de 11 a 15 de Outubro. Para mais informações sobre Cura Reconectiva e Reconexão vá aqui.

Facebook: https://www.facebook.com/events/550008765059046/


17/05/2013

A fraude na "indústria do cancro"

Como sabemos esta doença representa triliões para a indústria farmacêutica. Não é de hoje que muitas pessoas têm vindo a denunciar lobbies, mentiras e manipulação de dados, à volta do negócio das grandes corporações. Este é mais um artigo que fala sobre isso:

http://www.collective-evolution.com/2012/04/21/cancer-industry-exposed-as-fraud-the-science-is-false/

"Os estudos principais no âmbito da pesquisa sobre o cancro vieram a ser provados como falsos, o que também sugere que os tratamentos convencionais utilizados são baseados em resultados fraudulentos e falsa ciência."

15/05/2013

As doenças não se curam, as pessoas sim.

Estamos culturalmente orientados para curar doenças através do recurso a químicos. A questão que levanto é que mais tarde isso pode inviabilizar a cura pelos processos naturais, pois o corpo degenera e perde a capacidade de voltar ao seu estado natural. Nunca é demais repetir que qualquer que seja o problema, devemos esgotar primeiro os recursos naturais e não invasivos, e só depois recorrer à medicina química. E isto é válido até (ou, talvez, sobretudo) para doenças graves como o cancro, pois são as que mais padecem da influência dos químicos, degenerando o corpo e a sua imunidade. Tenho visto pessoalmente a cura reconectiva operar verdadeiros milagres, e de todo o mundo surgem cada vez mais testemunhos. Por isso lamento profundamente que haja ainda tanto cepticismo face a formas complementares de cura, e que a sociedade esteja ainda tão subjugada à medicina farmacêutica. Custa-me sobretudo ver crianças submetidas a tratamentos violentíssimos sem que lhes seja dada a hipótese de beneficiar de terapias não institucionalizadas. 

As terapias oficiais (quimio, radio) são invasivas e carcinogénicas e têm uma taxa de sucesso insignificante. Essas formas institucionalizadas de "cura" matam, descuram a nutrição e o reforço do sistema imunitário, para além de que alimentam uma indústria de triliões que ignora completamente aquilo que a nova vanguarda da ciência progressista sabe: que a relação entre o corpo e a mente é indissociável na doença e na cura, e que o poder consciente da intenção opera milagres. Tal como Eric Pearl diz, "o que se cura não é a doença, mas sim a pessoa". As doenças são sintomas, não a causa. E se realmente as instituições e agentes de saúde querem ver as pessoas curadas, deverão começar pela raíz do problema.

Ninguém pode garantir que a Cura Reconectiva - ou outras propostas - resolvem todas as doenças, mas há casos de recuperação significativa e os custos são dramaticamente menores, para além do que não é invasiva, não tem contra indicações, não degenera o organismo, não mata, e trabalha a outros níveis mais subtis proporcionando a cura a nível psico-emocional, que é onde muitas vezes a origem da doença reside. 
A verdade é que a medicina tradicional também não garante o sucesso dos tratamentos que aconselha, mas o preço que se paga é elevadíssimo a todos os níveis, a nível individual, colectivo e estatal.

08/05/2013

A Saúde no Parlamento

De 6 a 17 de Maio decorrem as "Jornadas da Saúde no Parlamento". A entrada é livre.


02/03/2013

Responsabilidade pessoal nos cuidados de saúde

"A nossa tendência é confiar naqueles que têm um curso, pertencem a uma instituição, ou detêm uma posição considerada válida pela sociedade. Se tivermos que escolher entre um médico formado em Harvard a exercer na clínica Mayo, e um médico formado por outra universidade a exercer a sua prática numa cidade pequena, o mais provável é acharmos que a primeira escolha nos serve melhor. Na realidade, porém, o médico da elite pode ter escolhido medicina por uma questão de prestígio e pode estar mais focado nas suas publicações do que nos seus pacientes. O médico local, ao contrário, pode ser um curador nato, efectivamente dedicado a resolver as questões dos pacientes. Os pontos de referência convencionais são úteis até certa medida. No entanto, não nos ajudam a distinguir definitivamente aqueles que irão ajudar-nos e aqueles que podem prejudicar-nos. A actividade alternativa de saúde não é tão regulada como a medicina convencional, mas os regulamentos nem sempre protegem os pacientes - como evidenciado pelo facto de que a negligência médica é uma das principais causas de morte. Na busca da resolução de um problema de saúde precisamos educar-nos sobre o leque de opções disponíveis, precisamos saber como os profissionais lidam com assuntos que são importantes para nós, temos que avaliar os riscos e benefícios envolvidos nas nossas opções, e temos que confiar na nossa intuição e poder de discernimento para determinar em quê e em quem confiar." (Dr. Eric Pearl - The Reconnection)

26/02/2013

Os interesses e abusos por detrás da nossa alimentação

Que a nossa alimentação não é saudável, não é novidade. Mas quantos de nós pararam efectivamente para repensar a forma como nos alimentamos e como as indústrias - à custa da nossa ignorância, saúde e dinheiro - abusam e escravizam os animais, poluem o ambiente, e introduzem doenças no nosso organismo.

Este é mais um filme que nos alerta para uma nova consciência e nos apela à nossa própria responsabilidade, individual e colectiva. Até quando queremos pactuar com este sistema que não é saudável, não é compassivo para com os outros seres, e está a destruir o planeta?

Lembrem-se, é o nosso dinheiro e as nossas opções diárias que permitem isto.

20/02/2013

Resultados da Cura Reconectiva


Como resultado da Cura Reconectiva, por todo o mundo têm surgido testemunhos de recuperação de fibromialgias, esclerose, artrite, depressão, insónia, ansiedade, apatia, cancro, doenças relacionadas com o VIH, e tantos outros transtornos emocionais e mentais. Qualquer que seja a sua situação, permita-se receber as frequências desta nova forma de cura: uma dádiva do universo portadora de luz e informação correctiva, que se manifesta não só a nível físico, mental e emocional, mas que integra a evolução do próprio Ser e da sua essência


11/02/2013

A Cura Reconectiva

Não se pode cuidar do corpo sem cuidar da alma. As doenças que o corpo manifesta são maioritariamente sintomas de desequilíbrios e bloqueios mentais e psico-emocionais. E aqui a medicina alopática não chega. E muitos outros processos terapêuticos também não, porque a estrutura do nosso ego mental está feita de forma a ser defensiva e a não deixar ninguém - nem nós mesmos - ir lá ao fundo mexer nas nossas dores, quer proteger-se e impede o acesso à nossa verdade e aos nossos registos mais recônditos (que podem vir da nossa vida intra-uterina, ou até mesmo de outras vidas). 
Mas é aí que a Cura Reconectiva chega. Chega e transforma o registo celular trazendo novo influxo de informação e luz. É pela restruturação e reequilíbrio da nossa matriz que o corpo se cura, quando assim o queremos e assim o permitimos. 
E é essa permissão de cura que damos a nós mesmos que permite ao universo trabalhar através das frequências reconectivas, de forma grandiosa, alcançando resultados inesperados e milagrosos ao nível físico, mental, emocional e espiritual.



06/12/2012

ONU recomenda mudança global para uma dieta vegana [sem carne nem produtos lácteos]

"Uma mudança global para uma dieta vegana é vital para salvar o mundo da fome, da escassez de combustíveis e dos piores impactos das mudanças climáticas, segundo um relatório das Nações Unidas. 
A população global deverá chegar aos 9100 milhões de pessoas em 2050, e o apetite por dietas ricas em carne e lacticínios é insustentável, alerta o relatório do Programa Ambiental da ONU.
Diz o relatório: "Espera-se que os impactos da agricultura aumentem substancialmente, devido ao crescimento da população e ao crescimento do consumo de produtos animais. Ao contrário do caso dos combustíveis fósseis, é difícil encontrar alternativas: as pessoas têm que comer. Uma redução significativa dos impactos apenas seria possível com uma mudança significativa, a nível mundial, da dieta, eliminando os produtos animais".
O Professor Edgar Hertwich, o principal autor do relatório, disse: "Os produtos animais causam mais danos do que a produção de materiais de construção, como a areia e o cimento, os plásticos e os metais. A biomassa e as plantações de alimentos destinados ao consumo animal causam tantos danos como o uso de combustíveis fósseis". 
O painel de especialistas categorizou produtos, recursos e actividades económicas e de transporte, de acordo com os seus impactos ambientais. Segundo eles, a agricultura foi equiparada ao consumo de combustíveis fósseis porque ambos crescem rapidamente com o maior crescimento económico.
Ernst von Weizsaecker, um cientista ambiental que participou na elaboração do relatório, disse: "O crescimento da riqueza está a desencadear uma mudança nas dietas, provocando o aumento do consumo de carne e produtos lácteos – os animais criados com o fim de fornecerem esses produtos consomem agora grande parte das colheitas mundiais e, por inferência, grandes quantidades de água doce, fertilizantes e pesticidas."
Fonte: http://www.alternativaveg.org/

Ler artigo no "The Guardian": http://www.guardian.co.uk/environment/2010/jun/02/un-report-meat-free-diet

a cattle farm at Estancia Bahia, Mato Grosso in Brazil

A cattle ranch in Mato Grosso, Brazil. The UN says agriculture is on a par with fossil fuel consumption because both rise rapidly with increased economic growth. Photograph: Daniel Beltra/Greenpeace

03/10/2012

A política, a guerra e o cartel farmacêutico

Uma palestra imperdível. Muito esclarecedora sobre os interesses financeiros que controlam as nossas vidas e a manipulação a que estamos diariamente sujeitos.