A Doutrina do Choque http://www.youtube.com/watch?v=Y4p6MvwpUeo É impresncindível ver este documentário para conseguir perceber o que está em causa actualmente. Há que tomar consciência da verdade para procurar as soluções certas. About this video: "É imperativo difundir este vídeo. Ponham nos vossos blogs, murais, mandem o link por mail, façam download. Primeiro caiu a Grécia, depois caiu a Irlanda, Portugal acabou de cair e a seguir é a Espanha. Para entender qual é o verdadeiro objectivo da consequência da entrada do FMI, é essencial ver este filme." |
24/04/2011
A doutrina do choque
01/03/2011
Islândia, revolução no feminino
Revolução pacífica na Islândia, silêncio dos media
Por incrível que possa parecer, uma verdadeira revolução democrática e anticapitalista ocorre na Islândia neste preciso momento e ninguém fala dela, nenhum meio de comunicação dá a informação, quase não se vislumbrará um vestígio no Google: numa palavra, completo escamoteamento. Contudo, a natureza dos acontecimentos em curso na Islândia é espantosa: um Povo que corre com a direita do poder, sitiando pacificamente o palácio presidencial, uma "esquerda" liberal de substituição igualmente dispensada de "responsabilidades" porque se propunha pôr em prática a mesma política que a direita, um referendo imposto pelo Povo para determinar se se devia reembolsar ou não os bancos capitalistas que, pela sua irresponsabilidade, mergulharam o país na crise, uma vitória de 93% que impôs o não reembolso dos bancos, uma nacionalização dos bancos e, cereja em cima do bolo deste processo a vários títulos "revolucionário": a eleição de uma assembleia constituinte a 27 de Novembro de 2010, incumbida de redigir as novas leis fundamentais que traduzirão doravante a cólera popular contra o capitalismo e as aspirações do Povo por outra sociedade.
Quando retumba na Europa inteira a cólera dos Povos sufocados pelo garrote capitalista, a actualidade desvenda-nos outro possível, uma história em andamento susceptível de quebrar muitas certezas e sobretudo de dar às lutas que inflamam a Europa uma perspectiva: a reconquista democrática e popular do poder, ao serviço da população.
http://www.cadtm.org/Quand-l-Islande-reinvente-la
Desde Sábado 27 de Novembro, a Islândia dispõe de uma Assembleia constituinte composta por 25 simples cidadãos eleitos pelos seus pares. É seu objectivo reescrever inteiramente a constituição de 1944, tirando nomeadamente as lições da crise financeira que, em 2008, atingiu em cheio o país. Desde esta crise, de que está longe de se recompor, a Islândia conheceu um certo número de mudanças espectaculares, a começar pela nacionalização dos três principais bancos, seguida pela demissão do governo de direita sob a pressão popular. As eleições legislativas de 2009 levaram ao poder uma coligação de esquerda formada pela Aliança (agrupamento de partidos constituído por social-democratas, feministas e ex-comunistas) e pelo Movimento dos Verdes de esquerda. Foi uma estreia para a Islândia, bem como a nomeação de uma mulher, Johanna Sigurdardottir, para o lugar de Primeiro-ministro.
http://www.parisseveille.info/quand-l-islande-reinvente-la,2643.html
10/11/2010
Este país não é para crises
31/05/2010
O fim do Hospital de Dona Estefânia
Já começa a chatear tanto disparate governamental! O Ministério da Saúde quer encerrar o Hospital de Dona Estefânia, fazendo com que as crianças passem a ser tratadas nos serviços do futuro hospital geral de adultos que substituirá todos os hospitais civis de Lisboa (Hospital de Todos os Santos - Marvila/Chelas).
A "Plataforma Cívica em Defesa de um Novo Hospital Pediátrico para Lisboa", defende que então também seja construído um novo hospital pediátrico servido por profissionais inteiramente dedicados à criança, a fim de evitar o retrocesso técnico, ético e civilizacional, proposto pelo Ministério.
E mais, convoca-nos a não permitir que o actual espaço do Hospital Dona Estefânia seja sacrificado aos interesses imobiliários, mas que se mantenha dedicado à criança e às instituições que a apoiam, conforme o desejo da Rainha fundadora que há 150 anos o doou à Cidade.
A Cidade é de quem? Dos cidadãos, ou de alguns políticos que insistem em cometer erros que teremos de pagar mesmo depois de terminados os seus mandatos?
25/05/2010
E eu que detesto política!
Poderão aceder através do site http://www.dre.pt
Algumas rubricas do orçamento da Assembleia da Republica
1 – Vencimento de Deputados ………………………12 milhões 349 mil Euros
2 – Ajudas de Custo de Deputados……………………2 milhões 724 mil Euros
3 – Transportes de Deputados ………………………3 milhões 869 mil Euros
4 – Deslocações e Estadas …………………………2 milhões 363 mil Euros
5 – Assistência Técnica (??) ………………………2 milhões 948 mil Euros
6 – Outros Trabalhos Especializados (??) ……………3 milhões 593 mil Euros
7 – RESTAURANTE,REFEITÓRIO,CAFETARIA…………..961 mil Euros
8 – Subvenções aos Grupos Parlamentares……………..970 mil Euros
9 – Equipamento de Informática …………………….2 milhões 110 mil Euros
10- Outros Investimentos (??) ……………………..2 milhões 420 mil Euros
11- Edificios ……………………………………2 milhões 686 mil Euros
12- Transfer’s (??) Diversos (??)………………….13 milhões 506 mil Euros
13- SUBVENÇÃO aos PARTIDOS na A. R. ………………16 milhões 977 mil Euros
14- SUBVENÇÕES CAMPANHAS ELEITORAIS ….73 milhões 798 mil Euros
NO TOTAL a DESPESA ORÇAMENTADA para o ANO de 2010, é € 191 405 356,61 (191 Milhões 405 mil 356 Euros e 61 cêntimos) – Ver Folha 372 do acima identificado Diário da República .
"Vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar"
22/04/2010
Verdadómetros
15/03/2010
Tal qual como cá!
Vida dura? É a dos deputados portugueses, pobrezinhos...
20/01/2009
Com papas e bolos...
29/10/2008
Esta então!
Continuamos com esta cisma de achar que o que é preciso é que as taxas de insucesso baixem para sermos verdadeiramente europeus... para estarmos, se calhar, ao nível de uma Finlândia, por exemplo.
Das duas uma, ou ainda há algo por revelar que sustente de forma inovadora e responsável o risco desta legislação, ou o preço que a sociedade pagará por ela será incalculável.
09/06/2008
Limpeza étnica
Eles começaram por perseguir os comunistas
e eu não protestei, porque não era comunista.
Depois vieram buscar os judeus
e eu não protestei, porque não era judeu.
Depois ainda, vieram buscar os sindicalistas
e eu não protestei, porque não era sindicalista.
A seguir vieram buscar os homossexuais
e eu não protestei, porque não era homossexual.
Aí então vieram buscar os ciganos
e eu não protestei, porque não era cigano.
De seguida vieram buscar os imigrantes,
e eu não protestei, porque não era imigrante.
No final vieram buscar-me,
E já não havia ninguém para protestar.
Martin Niemöller
26/05/2008
Descubra as diferenças
Quando o euro é mais forte do que o dólar, o preço dos combustíveis aumenta.