Páginas

Mostrar mensagens com a etiqueta Mentiras instituídas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mentiras instituídas. Mostrar todas as mensagens

24/08/2014

O FDA admite que a carne de frango contém arsénico

Depois de anos a varrer o problema para debaixo do tapete na esperança que ninguém notasse, o FDA vem agora finalmente admitir que a carne de frango vendida nos EUA contém arsénico, um produto químico tóxico que causa cancro que é fatal em doses elevadas. 

Mas a verdadeira história é de onde este arsénico vem: é adicionado à ração dos frangos de propósito! 

Pior ainda, o FDA diz que a sua própria pesquisa mostra que o arsénico adicionado à ração para frangos fica na carne dos frangos, que é consumida por seres humanos. Assim, nos últimos 60 anos, os consumidores americanos que comem frango convencional têm estado a ingerir arsénico, uma substância química que se sabe causa cancro. (http://www.phillyburbs.com/news/loc...) 

Até ter sido feito este novo estudo, tanto a indústria de aves como o FDA negavam que o arsénico consumido pelos frangos permanecia na sua carne. A explicação de conto de fadas com que todos nós fomos enganados durante 60 anos, é a de que "o arsénico é expelido nas fezes do frango". Não há base científica para provar essa afirmação... isto é exatamente o que a indústria avícola queria que todos acreditassem. 

Mas agora a evidência é tão inegável que o fabricante de rações para frangos, conhecido como Roxarsone, decidiu retirar o produto das prateleiras (http://www.grist.org/food-safety/20...). E qual é o nome deste fabricante que tem vindo a introduzir arsénico na alimentação dos frangos durante todos estes anos? Pfizer, é claro - a mesma empresa que fabrica as vacinas contendo adjuvantes químicos que são injetados nas crianças.

Tecnicamente, a empresa que produz as rações Roxarsone é uma subsidiária da Pfizer, chamada Alpharma LLC. Embora a Alpharma tenha agora concordado em retirar a alimentação com essa substância tóxica das prateleiras nos Estados Unidos, a empresa afirma que não irá necessariamente eliminá-la dos produtos alimentares vendidos noutros países, a menos que seja forçada a isso pelos reguladores locais.

Tal como foi reportado pela AP: "Scott Brown, da divisão de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicina Veterinária para a Saúde Animal da Pfizer, confirma que a empresa também vende a substância em cerca de uma dúzia de outros países. Ele disse que a Pfizer está a alcançar as autoridades reguladoras nesses países e decidirá se irá vendê-la numa base individual. "(Http://www.usatoday.com/money/indus...) 

Mas, mesmo com o produto contendo arsénico fora das prateleiras, o FDA continua a sua campanha de negação, afirmando que a presença dessa substância na carne dos frangos está a um nível tão baixo que ainda é seguro comê-la. Em simultâneo o mesmo FDA confirma que o arsénico é uma substância cancerígena, o que significa que aumenta o risco de cancro.

O National Chicken Council concorda com o FDA. Num comunicado emitido em resposta à notícia de que o Roxarsone seria retirada das prateleiras, declarou: "É seguro comer carne de frango", mesmo embora admita que o arsénico é utilizado na criação de rebanhos e vendido na carne de frango nos Estados Unidos. 

O que há de surpreendente nisto tudo é que o FDA diz aos consumidores que é seguro comer arsénico causador de cancro, mas que é perigoso beber sumo de sabugueiro! O FDA realizou recentemente um ataque armado a um produtor de sumo de sabugueiro, acusando-o do "crime" de vender "drogas não aprovadas". (Http://www.naturalnews.com/032631_e...) E que drogas são essas? O sumo de sabugueiro, explica o FDA. 

O sumo de sabugueiro magicamente transforma-se numa "droga" se for dito às pessoas como utilizá-lo para manter uma boa saúde...

A FDA também tem perseguido dezenas de outras empresas que vendem produtos naturais à base de plantas ou produtos nutricionais, que melhoram e fortalecem a saúde. Além disso, também está a travar uma guerra contra o leite natural [não industrializado], dizendo que é perigoso. Então na América, agora temos uma agência reguladora de alimentos e medicamentos que diz que é seguro comer arsénico, mas perigoso beber sumo de sabugueiro ou leite natural. 

Por outras palavras, coma mais veneno mas não consuma quaisquer alimentos curativos. Isto é o FDA, matando os americanos a cada refeição, ao mesmo tempo que protege os lucros das próprias empresas que nos envenenam com os seus ingredientes mortais. 

Ah, a propósito, aqui está um outro pequeno facto perturbador sobre hambúrgueres e carne convencional, que vocês provavelmente não sabem: os excrementos dos frangos contendo arsénico são dados a comer ao gado nas indústrias de abate e corte. Assim, o arsénico expelido nos excrementos dos frangos é consumido e concentrado nos tecidos das vacas, que depois são moídos em hambúrguer para consumo das massas ingénuas, que não têm a mínima noção de que estão a comer caca de frango em segunda mão. (http://www.naturalnews.com/027414_c...) 

Direitos de autor Intellhub e World Truth TV 2013
Texto original: https://www.minds.com/blog/view/248173902813990912/fda-finally-admits-chicken-meat-contains-cancer-causing-arsenic

NOTA IMPORTANTE: ISTO NÃO SE PASSA APENAS NOS ESTADOS UNIDOS!

29/12/2013

Prémio Nobel da Medicina denuncia farmacêuticas

Prémio Nobel da Medicina denuncia: “As farmacêuticas bloqueiam medicamentos que curam, porque não são rentáveis”. 

O Prémio Nobel da Medicina Richard J. Roberts denuncia a forma como funcionam as grandes Farmacêuticas dentro do sistema capitalista, preferindo os benefícios económicos à Saúde, e detendo o progresso científico na cura de doenças, porque a cura não é tão rentável quanto a cronicidade.

Há poucos dias, foi revelado que as grandes empresas Farmacêuticas dos EUA gastam centenas de milhões de dólares por ano em pagamentos a médicos que promovam os seus medicamentos. Para complementar, reproduzimos esta entrevista com o Prémio Nobel Richard J. Roberts, que diz que os medicamentos que curam não são rentáveis e, portanto, não são desenvolvidos por empresas Farmacêuticas que, em troca, desenvolvem medicamentos cronificadores que sejam consumidos de forma serializada. Isto, diz Roberts, faz também com que alguns medicamentos que poderiam curar uma doença não sejam investigados. E pergunta-se até que ponto é válido e ético que a indústria da Saúde se reja pelos mesmos valores e princípios que o mercado capitalista, que chega a assemelhar-se ao da máfia.

A investigação pode ser planeada?

Se eu fosse Ministro da Saúde ou o responsável pela Ciência e Tecnologia, iria procurar pessoas entusiastas com projectos interessantes; dar-lhes-ia dinheiro para que não tivessem de fazer outra coisa que não fosse investigar e deixá-los-ia trabalhar dez anos para que nos pudessem surpreender.

Parece uma boa política.

Acredita-se que, para ir muito longe, temos de apoiar a pesquisa básica, mas se quisermos resultados mais imediatos e lucrativos, devemos apostar na aplicada …

E não é assim?

Muitas vezes as descobertas mais rentáveis foram feitas a partir de perguntas muito básicas. Assim nasceu a gigantesca e bilionária indústria de biotecnologia dos EUA, para a qual eu trabalho.

Como nasceu?

A biotecnologia surgiu quando pessoas apaixonadas começaram a perguntar-se se poderiam clonar genes e começaram a estudá-los e a tentar purificá-los.

Uma aventura.

Sim, mas ninguém esperava ficar rico com essas questões. Foi difícil conseguir financiamento para investigar as respostas, até que Nixon lançou a guerra contra o cancro em 1971.

Foi cientificamente produtivo?

Permitiu, com uma enorme quantidade de fundos públicos, muita investigação, como a minha, que não trabalha directamente contra o cancro, mas que foi útil para compreender os mecanismos que permitem a vida.

O que descobriu?

Eu e o Phillip Allen Sharp fomos recompensados pela descoberta de intrões no DNA eucariótico e o mecanismo de gen splicing (manipulação genética).

Para que serviu?

Essa descoberta ajudou a entender como funciona o DNA e, no entanto, tem apenas uma relação indirecta com o cancro.

Que modelo de investigação lhe parece mais eficaz, o norte-americano ou o europeu?

É óbvio que o dos EUA, em que o capital privado é activo, é muito mais eficiente. Tomemos por exemplo o progresso espectacular da indústria informática, em que o dinheiro privado financia a investigação básica e aplicada. Mas quanto à indústria de saúde… Eu tenho as minhas reservas.

Entendo.

A investigação sobre a saúde humana não pode depender apenas da sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas nem sempre é bom para as pessoas.

Explique.

A indústria farmacêutica quer servir os mercados de capitais …

Como qualquer outra indústria.

É que não é qualquer outra indústria: nós estamos a falar sobre a nossa Saúde e as nossas vidas e as dos nossos filhos e as de milhões de seres humanos.

Mas se eles são rentáveis investigarão melhor.

Se só pensar em lucros, deixa de se preocupar com servir os seres humanos.

Por exemplo…

Eu verifiquei a forma como, em alguns casos, os investigadores dependentes de fundos privados descobriram medicamentos muito eficazes que teriam acabado completamente com uma doença …

E por que pararam de investigar?

Porque as empresas Farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas em curar as pessoas como em sacar-lhes dinheiro e, por isso, a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam totalmente, mas que tornam crónica a doença e fazem sentir uma melhoria que desaparece quando se deixa de tomar a medicação.

É uma acusação grave.

Mas é habitual que as Farmacêuticas estejam interessadas em linhas de investigação não para curar, mas sim para tornar crónicas as doenças com medicamentos cronificadores muito mais rentáveis que os que curam de uma vez por todas. E não tem de fazer mais que seguir a análise financeira da indústria farmacêutica para comprovar o que eu digo.

Há dividendos que matam.

É por isso que lhe dizia que a Saúde não pode ser um mercado nem pode ser vista apenas como um meio para ganhar dinheiro. E, por isso, acho que o modelo europeu misto de capitais públicos e privados dificulta esse tipo de abusos.

Um exemplo de tais abusos?

Deixou de se investigar antibióticos por serem demasiado eficazes e curarem completamente. Como não se têm desenvolvido novos antibióticos, os microorganismos infecciosos tornaram-se resistentes e hoje a tuberculose, que foi derrotada na minha infância, está a surgir novamente e, no ano passado, matou um milhão de pessoas.

Não fala sobre o Terceiro Mundo?

Esse é outro capítulo triste: quase não se investigam as doenças do Terceiro Mundo, porque os medicamentos que as combateriam não seriam rentáveis. Mas eu estou a falar sobre o nosso Primeiro Mundo: o medicamento que cura tudo não é rentável e, portanto, não é investigado.

Os políticos não intervêm?

Não tenho ilusões: no nosso sistema, os políticos são meros funcionários dos grandes capitais, que investem o que for preciso para que os seus boys sejam eleitos e, se não forem, compram os eleitos.

Há de tudo.

Ao capital só interessa multiplicar-se. Quase todos os políticos, e eu sei do que falo, dependem descaradamente dessas multinacionais Farmacêuticas que financiam as campanhas deles. O resto são palavras…

17/05/2013

A fraude na "indústria do cancro"

Como sabemos esta doença representa triliões para a indústria farmacêutica. Não é de hoje que muitas pessoas têm vindo a denunciar lobbies, mentiras e manipulação de dados, à volta do negócio das grandes corporações. Este é mais um artigo que fala sobre isso:

http://www.collective-evolution.com/2012/04/21/cancer-industry-exposed-as-fraud-the-science-is-false/

"Os estudos principais no âmbito da pesquisa sobre o cancro vieram a ser provados como falsos, o que também sugere que os tratamentos convencionais utilizados são baseados em resultados fraudulentos e falsa ciência."

10/04/2013

SIRIUS

SIRIUS não só fala sobre o assunto OVNI e a divulgação da presença ET, mas também sobre a tecnologia avançada de energia limpa e alternativa que os faz chegar aqui. SIRIUS aborda detalhes reveladores a respeito de como a divulgação de tais tecnologias, algumas das quais foram suprimidas há décadas, pode ajudar a humanidade a sair da idade poluente dos petrodólares, transformar a sociedade e melhorar as possibilidades da humanidade sobreviver.

04/04/2013

SIRIUS - O documentário sobre a presença alienígena e energia livre

Finalmente será lançado no próximo dia 22 de Abril, o tão esperado filme documentário SIRIUS, trabalho de 22 anos de pesquisa e recolha de testemunhos do Dr. Steven Greer ("Disclosures Project"). É absolutamente necessário que este filme seja divulgado de forma viral, já que ele revela o envolvimento de vários governos na omissão da presença alienígena no planeta e, mais do que isso, nos dá conhecimento de uma forma de energia livre e gratuita à disposição de todo o planeta que liberta o nosso mundo da escravidão macro-económica em que vive.
Com 7 biliões de pessoas a queimar os recursos da Terra, chegou o momento de fazermos a mudança.

Há muita gente interessada em suprimir a informação deste filme, razão pela qual a nossa ajuda - enquanto cidadãos e seguidores da verdade - é tão necessária. Todos nós podemos colaborar para o sucesso e divulgação deste documentário e das pesquisas para desenvolvimento das tecnologias de energia livre.
Ajudem a difundir, mais informações aqui: http://ykr.be/24owc63l3n

"A Terra tem sido visitada por civilizações inter-estelares avançadas, que conseguem viajar através de outras dimensões mais rapidamente do que a velocidade da luz. Elas utilizam sistemas de propulsão de energia que nos podem conduzir a uma nova era. Os seres humanos também desenvolveram esses sistemas mas os que estão no poder suprimiram essa informação para nos manterem à mercê das energias fósseis. Já é altura de todos saberem, e este documentário abre-nos a porta."

19/06/2012

Farmacêuticas e psiquiatras: um negócio de milhões

Uma indústria de milhões com efeitos prejudiciais imensuráveis... Um documentário sobre as farmacêuticas, os psiquiatras e a nossa credulidade e falta de informação. É tempo de questionarmos seriamente em que mãos pomos a nossa saúde. Delegar a nossa responsabilidade é uma forma de arriscar a vida. Algumas das situações que são testemunhadas neste documentário eu senti-as na pele e por isso não permito nunca mais que me ponham rótulos, nem que me receitem venenos. Sobretudo porque muitos psiquiatras não sabem o que andam a fazer: o trabalho deles não é cuidar das pessoas, é prescrever medicamentos. Há outras formas de cuidar as instabilidades psico-emocionais que são muito mais naturais e eficazes, a começar pelo princípio básico de identificar e sanar as circunstâncias que as provocam. Caso contrário, só se mascaram os sintomas.

A minha grande patologia agora é lutar contra o sistema, a exploração e o abuso do "status quo" que nos quer vergar. E sim, sofro de "Drug Inacceptance Disorder".