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27/04/2012

Leite e derivados: veneno para seres humanos

"Seis razões para evitar o leite e derivados: 1-não favorecem o desempenho desportivo; 2-não há provas de que previnam a osteoporose. Ao contrário, a proteína animal é prejudicial aos ossos; 3-estão associados ao cancro da próstata; 4-estão repletos de gorduras saturadas associadas a doenças do coração; 5-causam problemas digestivos a 75% da população, que sofre de intolerância à lactose; 6-agrava a síndrome de Bowel (cólon irritável). Além de tudo isso contribuem para doenças como sinusite, asma, infeção nos ouvidos, alergias, diabetes tipo 1, obstipação crónica, e anemia em crianças. (Para já não falar dos pesticidas, hormonas e antibióticos ingeridos através deles.) O leite é um estranho alimento para os humanos..." Mark Hyman, MD.

O outro lado do que as indústrias lácteas, as farmacêuticas, e a ciência corrompida, nos quer "vender", é uma ameaça à nossa saúde, à ética para com outros seres vivos, e ao equilíbrio do nosso planeta. Vejam estes vídeos e leiam nas entrelinhas.





P E R C E B E R A M?

24/04/2012

Alimentação que mata

A sociedade ocidental é diariamente compelida pela indústria alimentar a consumir produtos que são mais prejudiciais do que benéficos, e a manter uma dieta saturada de gordura e proteína animal - carnes e produtos lácteos - responsável por um infindável número de doenças, problemas de poluição e desrespeito pela vida animal. Doenças essas que sustentam outra indústria poderosíssima, a farmacêutica.

E à medida que estas corporações industriais e comerciais crescem em vitalidade e saúde financeira, a humanidade e o planeta vão sendo empobrecidos em recursos e depauperados em saúde. Estamos literalmente a pagar para matar e sermos mortos. Acreditamos em tudo que nos vendem sem questionar. Confiamos demasiado na informação que nos chega sem darmos conta da manipulação e interesses que estão por trás. ~

Por exemplo, uma alimentação baseada em proteína animal tem um efeito negativo no equilíbrio do cálcio. O excesso de proteínas destrói o cálcio dos ossos eliminando-o através da urina. A osteoporose é o efeito inevitável do consumo excessivo de carnes e produtos lácteos.

Muitos cientistas e médicos começaram já a adotar uma visão e atitude radicalmente diferentes das que nos têm vindo a ser impingidas ao longo dos últimos anos. É importante sairmos da nossa zona de conforto, das ideias que adquirimos sem questionar, e começarmos a pesquisar e a informar-nos sobre a cultura alimentar e o que está por detrás dela.
Aqui fica o testemunho de um médico que desistiu de "adormecer" pessoas e começou a "acordá-las".


22/04/2012

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Versão integral de um filme imperdível sobre a nossa criação, a vida, e a casa que nos acolhe.

19/04/2012

16/04/2012

Presença alienígena e o Tratado de Desenvolvimento e Segurança Espacial

A Drª Carol Rosin fala-nos da política enganadora e destrutiva dos Estados Unidos, da presença alienígena e da necessidade de impedirmos a instalação de armas no espaço.
"Após contacto com seres extraterrestres a Drª. Carol Rosin tem divulgado com caráter de urgência o Tratado de Desenvolvimento e Segurança Espacial de 2011. Ela convida pelo menos nove países da Organização das Nações Unidas a tornarem-se signatários do presente Tratado. "

As guerras oportunistas dos EUA



"Estamos a lançar bombas em cidades populosas à noite, quando todas as pessoas e as crianças estão a dormir. E assistimos a isto na CNN."

As guerras oportunistas dos Estados Unidos contra o mundo matam milhares de inocentes. Que sociedade cínica e hipócrita é esta, em que nos deixamos cegar pelos discursos manipuladores de "líderes" políticos psicopatas, que matam indiscriminadamente para garantir o seu poder sobre o mundo e conseguem fazer de nós um rebanho de carneiros lobotomizados?

11/04/2012

Cura Reconectiva: um caminho de mudança


Há alguns anos, Eric Pearl – médico quiroprático de Los Angeles – apercebeu-se do seu potencial curador e iniciou um percurso transformador que o levou a uma pesquisa intensa para compreensão dessa energia curativa, bem como à escrita do livro “A Reconexão”.
Através do seu percurso apercebemo-nos de que há uma razão para que um novo espectro de frequências curativas esteja acessível neste preciso momento em que a transformação de paradigmas à escala planetária é um desafio.
Esse espectro – referido pelos investigadores como “the reconnective healing spectrum” – é mais abrangente do que qualquer outro, expandindo-se para além de todo o tipo de energia de cura disponível anteriormente e permitindo um contínuo evolutivo de energia, luz e informação.

A Cura Reconectiva acede a essas frequências evolutivas transmitindo informação corretiva e conduzindo à cura e à transformação a todos os níveis: físico, emocional, mental e espiritual. Mas mais do que isso, integra a evolução do próprio ser e da sua essência.
“Esta cura é acerca de um processo evolutivo tornado real através da cocriação na mais alta interação vibratória com o Universo. Estamos diante de um nível superior de evolução humana. Reconectando-nos com a verdade de quem somos, brilharemos como a luz que somos, iluminaremos as nossas vidas e a vida de outros. E à medida que este trabalho se expande alcançaremos a saúde, a consciência, a elevação da frequência vibratória da humanidade e, como tal, do próprio planeta”. (E.P.)

Os estudos científicos levados a cabo nos últimos anos demonstraram os efeitos das frequências reconectivas nas ondas do coração, nas ondas cerebrais e nas ondas gama. Por outro lado, são visíveis as respostas físicas produzidas em milhares de pessoas quando a experimentam.
Foram igualmente registados múltiplos testemunhos de recuperação de problemas de saúde, desde doenças crónicas e problemas ósseos e musculares, a problemas mentais ou questões do foro psicológico e emocional.


Há alguns princípios que me parece fundamental reter (a ordem em que os refiro não determina o seu grau de importância). O primeiro é o de que a Cura Reconectiva é veiculada superiormente e independe das vontades do terapeuta e do seu cliente. O seu espectro é detentor de uma Inteligência autónoma que determina qual a cura necessária, o que torna única cada experiência.

“Ao reconhecermos que curar significa reconectar com a perfeição do universo, compreendemos que o universo sabe o que precisamos de receber e o que iremos beneficiar em resultado disso. A questão é: aquilo de que precisamos nem sempre corresponde ao que esperamos ou pensamos necessitar. “ (E.P.)

O segundo é o de que a cura não ocorre apenas durante as sessões, evolui para além delas, é um processo que se mantém ativo. A cura não é uma meta, mas uma viagem que nunca termina.

A cura é veiculada pelo Amor. Mas tal como Eric Pearl afirma não se trata de amor sentimental, pois este "nem sequer capta a essência do Amor que cria o universo. O amor em que a Cura se baseia é o amor em que se baseia a Vida e o Universo; é o amor que tudo envolve, da criação e da consciência. É este amor que nos permite ultrapassar o ego e tem o poder de fazer o corpo curar o corpo. É a partir daqui que a transformação toma lugar. Isto acontece quando a luz e a informação fluem: isto é Amor".

O amor do Universo É, mas cabe a cada um escutar o seu apelo e sentir o momento oportuno de expressar a atenção e o amor por si mesmo.

http://www.facebook.com/perfeitocoracao
artesdecura@gmail.com

06/03/2012

Civilização tipo IV: os Celestiais

Como é que os Celestiais estão a ajudar a humanidade a preparar-se para o contacto extraterrestre. Uma apresentação de Michael Salla (Exopolitics) na conferência sobre a Paz Mundial realizada na Turquia, em Novembro de 2011.
Neste texto é-nos apresentada a categorização das civilizações alienígenas segundo o astrónomo russo Nikolai Kardashev, e apresentado o Tipo IV civilizacional. Um texto muito elucidativo e importantíssimo, que nos fornece dados elementares e nos dá conta da sua tentativa de ocultação por parte dos poderes instituídos.

12/02/2012

Confissão

Já aqui confessei noutras circunstâncias, tenho e sempre tive, um enorme fascínio por Jesus Cristo, pela sua filosofia, pelo grande Ser que imagino tenha sido. Foi ele a minha primeira paixão, este homem bom, pleno de Amor, idealista, filósofo, mestre, profeta, um pouco louco talvez, mas de uma loucura corajosa, lutadora, abnegada e compassiva, que trouxe uma chama belíssima a este mundo.
Imagino como hoje tudo seria ainda mais selvagem e desumanizado, se de alguma forma a influência benéfica do seu espírito não estivesse - quase atavicamente - impregnada na nossa consciência colectiva. Para mim tem sido a grande fonte inspiradora nos mais variados momentos da minha vida.

Tive uma educação católica e frequentei um colégio religioso até aos 12 anos, que não soube cuidar da minha alma. Vivi os primeiros anos da minha existência atormentada pelos conceitos de pecado e de culpa, aterrorizada pela ideia de um deus castigador que tudo vê, todos julga e que nos aponta o inferno. E eu perguntava, na minha inocente ingenuidade, como é que o menino Jesus podia ter tido um pai tão mau?

No colégio diziam-me que por cada coisa errada que fizéssemos, por cada asneira que disséssemos, a nossa alma ía ficando maculada até perder-se de vez. Naquela altura para mim – porque era o que me diziam no confessionário – pecado era desobedecer aos pais, chamar nomes aos irmãos e ter pensamentos de dúvida em relação a deus. Por cada um destes crimes, eu via uma mancha negra aparecer na minha alma. Cumulativamente íam tomando conta dela e aos 10 anos, eu já tinha uma alma completamente carbonizada. Foi a primeira vez que desejei morrer, porque não conseguia corresponder ao que deus esperava de mim: que eu fosse perfeita. A minha alma infantil tinha sofrido demasiado e estava completamente (des)educada – maculada, mesmo – pelo nonsense da pedagogia católica de então.
Valeu-me ser muito nova e ainda estar profundamente ligada ao espírito primordial e à matriz pré-natal. Uma energia numinosa fez-se força e presença em mim: 'és um ser universal, o espírito é ilimitado, a fé vive sem regras'. Descobri o poder da minha luz interior e recuperei a alvura da minha alma.  Compreendi então que nenhum espírito elevado espera a nossa perfeição, nem nos julga pela nossa imperfeição. E percebi que o meu percurso seria pela individuação, em liberdade.

Ao longo da vida quanto mais me fui imbuindo do espírito crístico, mais me fui distanciando das instituições. Para mim, a liberdade interior, o amor incondicional e a verdade, não podem estar formatados nem regulados. Sempre senti que havia alguma usurpação e manipulação quando algo se constitui como instrumento oficial de uma concepção divina.

Não sou dogmática e nada me convence a institucionalizar as minhas crenças. Não adiro a "ismos" porque restringem e aprisionam a minha liberdade. Para crescer é preciso ter liberdade de espírito e aí não há lugar para normas, nem para representantes ou intermediários. A sua essência faz-se na verdade, tolerância e responsabilidade. Se for formatada perderá a sua essência e viverá apenas pela sua representação.

Durante muito tempo pensei que nunca seria ressarcida do meu sofrimento prematuro. Mas hoje vejo que sem ele não teria atravessado o meu deserto, nem procurado o meu sentido individual. Na verdade, acabei por encontrar nele um caminho de libertação.

09/02/2012

As curas proibidas


"Morrem 20.000 pessoas por dia com cancro. Oficialmente o cancro é uma doença que decorre da divisão anormal e descontrolada de células. Esta é a teoria molecular existente desde os anos 50 do século passado. Actualmente atribui-se ao cancro uma natureza genética, mas na verdade isso ainda não foi provado definitivamente.
Uma em três pessoas tem cancro. Cada uma delas contribui para alimentar uma cadeia comercial gigantesca, que inclui médicos, farmacêuticas, hospitais, clínicas e tecnologia médica, gerando milhões por ano. O cancro é um negócio.
Apenas três terapias oncológicas são autorizadas: cirurgia, quimioterapia e radioterapia. Duas delas são cancerígenas. A única eficaz é a cirurgia. A quimioterapia mata as células boas, é altamente tóxica e também cancerígena. Mesmo depois de incineradas a altas temperaturas, essas drogas mantêm-se tóxicas. Para além disso, o tratamento com quimioterapia provoca danos na memória e na concentração, que podem permanecer durante anos e dificultar tarefas aparentemente simples. De igual forma, a radioterapia também pode causar cancro, devido à radiação. Na verdade, a taxa de sucesso destes tratamentos é baixa, apenas de 5% nos tratamentos com quimioterapia. Então porque é que a medicina continua a insistir nesses tratamentos e a não buscar alternativas? É a velha guerra entre a alopatia e a medicina natural.
Todas as instituições de saúde renderam-se aos fármacos e a indústria farmacêutica passou a dominar a medicina. Qualquer que seja o sintoma de qualquer paciente, em qualquer área, numa consulta ao médico é certo e sabido que vem de lá pelo menos com uma receita de remédios. Porquê? Porque os médicos foram treinados para isso. Aprenderam tudo sobre drogas, mas não sabem nada de nutrição básica, nem de produtos naturais.
A indústria farmacêutica controla as escolas de medicina, a investigação, as publicações médicas e até as organizações de controlo dos fármacos. É a indústria mais rentável do mundo, por isso é compreensível que não queiram que os pacientes melhorem. Se isso acontecer o seu mercado-alvo desaparece.
A indústria farmacêutica também controla os organismos reguladores e legisladores. Assim impedem não só o comércio de produtos naturais, como desmoralizam coercivamente a eficácia dos mesmos, para que o público não confie neles e não os consuma. Instigam o medo e o descrédito.
O que a natureza nos dá, toda a sua sabedoria, não pode ser patenteado e por isso não lhes interessa, porque não dá lucro. Também por isso não se investe na análise dos efeitos benéficos dos produtos naturais, nem no seu licenciamento."

11/01/2012

A Mudança é uma opção individual

"O processo de Mudança que estamos a viver, passa-se ao nível da consciência de cada indivíduo que escolher avançar e evoluir. Não é algo que caia no nosso "colo", como um presente do universo. E à medida que a verdade se revelar através do trabalho interior de cada um, deve ser posta em prática e tornar-se um modo de vida, a manifestação de uma nova consciência." (via Galactic Federation)

06/01/2012

Mudança para a 5ª dimensão


Em Dezembro 2012 vamos passar para outra dimensão. Os "governos sombra" sabem disto, mas ninguém avisa as populações. Temos que purificar a nossa condição física e espiritual. Cuidar do corpo, do que nos alimenta, fazer exercício físico. Em essência somos luz e amor, há que senti-lo no nosso coração, elevar a nossa consciência, abrirmo-nos ao perdão, dissipar as trevas, unirmo-nos à consciência superior. 

14/12/2011

Levantar o véu das mentiras e do encobrimento

Carta de Rockefeller ao President Clinton: "Lifting the Secrecy on Information About Extraterrestrial Intelligence as part of the Current Classification Review". Nesta carta de 1995, Rockefeller falava de "spirituality and holistic healing as well as the development of a new paradigm of consciousness", e pedia abertura ao público dos dossiers sobre vida alienígena:
http://www.paradigmresearchgroup.org/Rockefeller%20Documents/RID-8-23-95.htm#2

Actualmente está em curso uma petição pública dirigida à Casa Branca, para investigação do fenómeno ufulógico e abertura de ficheiros. São precisas 25.000 assinaturas, por favor colaborem.


01/12/2011

Nova alquimia

As palavras essenciais e justas que gostaria de escrever estão de tal forma enterradas na minha limitação que nem lhes consigo chegar. Sigo pelas figuras de estilo, as comparações, as imagens, as metáforas, pelo recurso a esta redundância humana de buscar pelo lado de fora uma tradução dos estados de alma. Um estar do avesso.
Sinto uma dor magoada como se tivesse sido alvejada, como se tivessem disparado um tiro certeiro no meu coração e a bala ficasse alojada numa zona de fronteira entre a morte e a esperança de vida, presa por um fio. E esta parece ser uma situação deveras dolorosa, a incerteza da permanência do lado de cá e a possibilidade de uma passagem para o outro lado.
Mas é um desafio. Há um coração que teima em bater, em vibrar, em mostrar que tem força e dignidade para ir à luta. E aquele objecto dual, estranho, desconfortável, ali alojado, não pode ser subestimado. Há um prenúncio de vida nele, mais do que de morte. O coração tem que cuidá-lo, acomodá-lo, para que se mantenha no mesmo lugar. Um batimento mais forte, e poderá deslocar-se fatalmente; uma vibração a mais, e o fio de vida poderá partir-se. E o coração, sabendo ser este o caminho a seguir, a busca do equilíbrio entre forças primordiais aparentemente antagónicas, recolhe-se em silêncio trabalhando na alquimia. E corajoso, seguro do Amor que o anima e que só ele sabe sentir, confia que no tempo necessário, tal como uma impureza dentro de uma ostra, a bala nele alojada se transformará em pérola.

29/11/2011

Amar de menos

“O namoro, o casamento, a família e a amizade, são instituições nas quais devemos exercitar e operacionalizar o sentimento do amor. A relação homem e mulher, além de ser básica, deveria ser a mais prazerosa, já que inclui, entre outras coisas, o companheirismo, a sexualidade e a construtividade do futuro. Então porquê tanta hostilidade, tanto confronto, tanto sofrimento, tanta humilhação?
Só há uma resposta: a incapacidade de amar.
Essa "doença", na forma de dominação e posse, acomete principalmente a figura masculina, enquanto que a forma de desamor mais comum nas mulheres é a submissão, a dependência e a renúncia. Mas todas as doenças emocionais são por falta de amor.
No homem, a incapacidade para lidar com o afecto e a ternura aparece sob a forma de abuso de poder, de autoritarismo e de certo prazer camuflado em ver a mulher sofrer. Essa incapacidade amorosa de alguns homens tem várias razões. A primeira delas remonta à relação que o homem teve na infância, na sua primeira experiência com uma mulher: a mãe.
Ou foram muito protegidos pelas mães e não aprenderam que o outro também existe com necessidades afectivas, por isso querem receber sempre toda a atenção da mulher sem nenhuma reciprocidade. E quanto mais a mulher se anula para atendê-los, mais satisfeitos se sentem. O seu nível de exigência não tem limites e a mulher ao seu lado sente-se constantemente em falta, com culpa, com a incumbência de fazê-los felizes, o que é impossível por dois motivos: primeiro porque ninguém faz ninguém feliz e segundo porque eles são insaciáveis.
Ou então não foram amados pelas mães e não sabem o que é amar.
O apego que as mulheres desenvolvem por eles é acompanhado de uma raiva reprimida à figura feminina, traduzida nas formas de relacionamento tão denunciadas pelas mulheres: frieza, críticas, impaciência, irritação, superioridade e o famoso jogo do desprezo, do abandono e do ciúme. No fundo, eles maltratam as mulheres por medo da rejeição. Fazem questão de se sentirem superiores, sempre com razão. As discussões constantes não têm nunca por objectivo resolver os problemas, mas sim destruir a figura feminina culpando-a pelo fracasso do relacionamento.
“O teu ciúme acabou com o nosso relacionamento”, dizia um marido, sem se perguntar de que maneira ele alimentava o ciúme da mulher com indiferenças, ameaças de separação, críticas, etc., ou de que maneira poderiam fazer uma terapia de casal para aprender a amar. Nestes casos, a própria separação é mais um acto de desprezo e vingança à figura feminina.
Os homens que amam de menos terão dificuldades em qualquer namoro ou casamento que venham a ter, porque a sua incapacidade de amar é o verdadeiro problema. Conhecemos bem o deficiente físico ou o deficiente intelectual, mas não prestamos atenção aos deficientes afectivos. Se para andar precisamos das pernas e da competência motora, para nos relacionarmos bem precisamos da competência amorosa.
Há pessoas que não sabem ou não conseguem amar. Sofrem e produzem sofrimento em quem delas se aproxima ou que com elas convive. O medo do abandono, da rejeição e da traição de serem magoados, coloca os homens que amam de menos numa posição de defesa em relação às suas parceiras. Em casos extremos, são capazes de agredir fisicamente as suas mulheres e até matar.
É comum nesses casais, que nos intervalos das cenas de violência haja juras de amor, a prática compulsiva de sexo e o pedido apaixonado de perdão. Como, porém, a causa fundamental é a incapacidade de amar, logo de seguida recaem na repetição do drama e da dor. O contrário do amor é o medo. E a louca solução encontrada por eles é destruir o objecto do medo, que deveria ser o objecto do amor: maltratar e desprezar a pessoa que se diz amar.
O que salva é que a invalidez amorosa tem cura, não é uma invalidez permanente. Todos os processos terapêuticos - e todos os processos religiosos - têm por objectivo ensinar-nos a amar.
Quando descobrimos que a única solução para sermos felizes é o amor, quando percebemos a nossa dificuldade de amar, estaremos a entrar na senda da felicidade. Sem amor enredamos-nos pela teia da competição e hostilidade com o outro, gerando em nós e nos nossos relacionamentos um profundo vazio, tédio e depressão.”

António Roberto
Consultor em relacionamentos e comportamento humano