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11/04/2012

Cura Reconectiva: um caminho de mudança


Há alguns anos, Eric Pearl – médico quiroprático de Los Angeles – apercebeu-se do seu potencial curador e iniciou um percurso transformador que o levou a uma pesquisa intensa para compreensão dessa energia curativa, bem como à escrita do livro “A Reconexão”.
Através do seu percurso apercebemo-nos de que há uma razão para que um novo espectro de frequências curativas esteja acessível neste preciso momento em que a transformação de paradigmas à escala planetária é um desafio.
Esse espectro – referido pelos investigadores como “the reconnective healing spectrum” – é mais abrangente do que qualquer outro, expandindo-se para além de todo o tipo de energia de cura disponível anteriormente e permitindo um contínuo evolutivo de energia, luz e informação.

A Cura Reconectiva acede a essas frequências evolutivas transmitindo informação corretiva e conduzindo à cura e à transformação a todos os níveis: físico, emocional, mental e espiritual. Mas mais do que isso, integra a evolução do próprio ser e da sua essência.
“Esta cura é acerca de um processo evolutivo tornado real através da cocriação na mais alta interação vibratória com o Universo. Estamos diante de um nível superior de evolução humana. Reconectando-nos com a verdade de quem somos, brilharemos como a luz que somos, iluminaremos as nossas vidas e a vida de outros. E à medida que este trabalho se expande alcançaremos a saúde, a consciência, a elevação da frequência vibratória da humanidade e, como tal, do próprio planeta”. (E.P.)

Os estudos científicos levados a cabo nos últimos anos demonstraram os efeitos das frequências reconectivas nas ondas do coração, nas ondas cerebrais e nas ondas gama. Por outro lado, são visíveis as respostas físicas produzidas em milhares de pessoas quando a experimentam.
Foram igualmente registados múltiplos testemunhos de recuperação de problemas de saúde, desde doenças crónicas e problemas ósseos e musculares, a problemas mentais ou questões do foro psicológico e emocional.


Há alguns princípios que me parece fundamental reter (a ordem em que os refiro não determina o seu grau de importância). O primeiro é o de que a Cura Reconectiva é veiculada superiormente e independe das vontades do terapeuta e do seu cliente. O seu espectro é detentor de uma Inteligência autónoma que determina qual a cura necessária, o que torna única cada experiência.

“Ao reconhecermos que curar significa reconectar com a perfeição do universo, compreendemos que o universo sabe o que precisamos de receber e o que iremos beneficiar em resultado disso. A questão é: aquilo de que precisamos nem sempre corresponde ao que esperamos ou pensamos necessitar. “ (E.P.)

O segundo é o de que a cura não ocorre apenas durante as sessões, evolui para além delas, é um processo que se mantém ativo. A cura não é uma meta, mas uma viagem que nunca termina.

A cura é veiculada pelo Amor. Mas tal como Eric Pearl afirma não se trata de amor sentimental, pois este "nem sequer capta a essência do Amor que cria o universo. O amor em que a Cura se baseia é o amor em que se baseia a Vida e o Universo; é o amor que tudo envolve, da criação e da consciência. É este amor que nos permite ultrapassar o ego e tem o poder de fazer o corpo curar o corpo. É a partir daqui que a transformação toma lugar. Isto acontece quando a luz e a informação fluem: isto é Amor".

O amor do Universo É, mas cabe a cada um escutar o seu apelo e sentir o momento oportuno de expressar a atenção e o amor por si mesmo.

http://www.facebook.com/perfeitocoracao
artesdecura@gmail.com

06/03/2012

Civilização tipo IV: os Celestiais

Como é que os Celestiais estão a ajudar a humanidade a preparar-se para o contacto extraterrestre. Uma apresentação de Michael Salla (Exopolitics) na conferência sobre a Paz Mundial realizada na Turquia, em Novembro de 2011.
Neste texto é-nos apresentada a categorização das civilizações alienígenas segundo o astrónomo russo Nikolai Kardashev, e apresentado o Tipo IV civilizacional. Um texto muito elucidativo e importantíssimo, que nos fornece dados elementares e nos dá conta da sua tentativa de ocultação por parte dos poderes instituídos.

12/02/2012

Confissão

Já aqui confessei noutras circunstâncias, tenho e sempre tive, um enorme fascínio por Jesus Cristo, pela sua filosofia, pelo grande Ser que imagino tenha sido. Foi ele a minha primeira paixão, este homem bom, pleno de Amor, idealista, filósofo, mestre, profeta, um pouco louco talvez, mas de uma loucura corajosa, lutadora, abnegada e compassiva, que trouxe uma chama belíssima a este mundo.
Imagino como hoje tudo seria ainda mais selvagem e desumanizado, se de alguma forma a influência benéfica do seu espírito não estivesse - quase atavicamente - impregnada na nossa consciência colectiva. Para mim tem sido a grande fonte inspiradora nos mais variados momentos da minha vida.

Tive uma educação católica e frequentei um colégio religioso até aos 12 anos, que não soube cuidar da minha alma. Vivi os primeiros anos da minha existência atormentada pelos conceitos de pecado e de culpa, aterrorizada pela ideia de um deus castigador que tudo vê, todos julga e que nos aponta o inferno. E eu perguntava, na minha inocente ingenuidade, como é que o menino Jesus podia ter tido um pai tão mau?

No colégio diziam-me que por cada coisa errada que fizéssemos, por cada asneira que disséssemos, a nossa alma ía ficando maculada até perder-se de vez. Naquela altura para mim – porque era o que me diziam no confessionário – pecado era desobedecer aos pais, chamar nomes aos irmãos e ter pensamentos de dúvida em relação a deus. Por cada um destes crimes, eu via uma mancha negra aparecer na minha alma. Cumulativamente íam tomando conta dela e aos 10 anos, eu já tinha uma alma completamente carbonizada. Foi a primeira vez que desejei morrer, porque não conseguia corresponder ao que deus esperava de mim: que eu fosse perfeita. A minha alma infantil tinha sofrido demasiado e estava completamente (des)educada – maculada, mesmo – pelo nonsense da pedagogia católica de então.
Valeu-me ser muito nova e ainda estar profundamente ligada ao espírito primordial e à matriz pré-natal. Uma energia numinosa fez-se força e presença em mim: 'és um ser universal, o espírito é ilimitado, a fé vive sem regras'. Descobri o poder da minha luz interior e recuperei a alvura da minha alma.  Compreendi então que nenhum espírito elevado espera a nossa perfeição, nem nos julga pela nossa imperfeição. E percebi que o meu percurso seria pela individuação, em liberdade.

Ao longo da vida quanto mais me fui imbuindo do espírito crístico, mais me fui distanciando das instituições. Para mim, a liberdade interior, o amor incondicional e a verdade, não podem estar formatados nem regulados. Sempre senti que havia alguma usurpação e manipulação quando algo se constitui como instrumento oficial de uma concepção divina.

Não sou dogmática e nada me convence a institucionalizar as minhas crenças. Não adiro a "ismos" porque restringem e aprisionam a minha liberdade. Para crescer é preciso ter liberdade de espírito e aí não há lugar para normas, nem para representantes ou intermediários. A sua essência faz-se na verdade, tolerância e responsabilidade. Se for formatada perderá a sua essência e viverá apenas pela sua representação.

Durante muito tempo pensei que nunca seria ressarcida do meu sofrimento prematuro. Mas hoje vejo que sem ele não teria atravessado o meu deserto, nem procurado o meu sentido individual. Na verdade, acabei por encontrar nele um caminho de libertação.

09/02/2012

As curas proibidas


"Morrem 20.000 pessoas por dia com cancro. Oficialmente o cancro é uma doença que decorre da divisão anormal e descontrolada de células. Esta é a teoria molecular existente desde os anos 50 do século passado. Actualmente atribui-se ao cancro uma natureza genética, mas na verdade isso ainda não foi provado definitivamente.
Uma em três pessoas tem cancro. Cada uma delas contribui para alimentar uma cadeia comercial gigantesca, que inclui médicos, farmacêuticas, hospitais, clínicas e tecnologia médica, gerando milhões por ano. O cancro é um negócio.
Apenas três terapias oncológicas são autorizadas: cirurgia, quimioterapia e radioterapia. Duas delas são cancerígenas. A única eficaz é a cirurgia. A quimioterapia mata as células boas, é altamente tóxica e também cancerígena. Mesmo depois de incineradas a altas temperaturas, essas drogas mantêm-se tóxicas. Para além disso, o tratamento com quimioterapia provoca danos na memória e na concentração, que podem permanecer durante anos e dificultar tarefas aparentemente simples. De igual forma, a radioterapia também pode causar cancro, devido à radiação. Na verdade, a taxa de sucesso destes tratamentos é baixa, apenas de 5% nos tratamentos com quimioterapia. Então porque é que a medicina continua a insistir nesses tratamentos e a não buscar alternativas? É a velha guerra entre a alopatia e a medicina natural.
Todas as instituições de saúde renderam-se aos fármacos e a indústria farmacêutica passou a dominar a medicina. Qualquer que seja o sintoma de qualquer paciente, em qualquer área, numa consulta ao médico é certo e sabido que vem de lá pelo menos com uma receita de remédios. Porquê? Porque os médicos foram treinados para isso. Aprenderam tudo sobre drogas, mas não sabem nada de nutrição básica, nem de produtos naturais.
A indústria farmacêutica controla as escolas de medicina, a investigação, as publicações médicas e até as organizações de controlo dos fármacos. É a indústria mais rentável do mundo, por isso é compreensível que não queiram que os pacientes melhorem. Se isso acontecer o seu mercado-alvo desaparece.
A indústria farmacêutica também controla os organismos reguladores e legisladores. Assim impedem não só o comércio de produtos naturais, como desmoralizam coercivamente a eficácia dos mesmos, para que o público não confie neles e não os consuma. Instigam o medo e o descrédito.
O que a natureza nos dá, toda a sua sabedoria, não pode ser patenteado e por isso não lhes interessa, porque não dá lucro. Também por isso não se investe na análise dos efeitos benéficos dos produtos naturais, nem no seu licenciamento."

11/01/2012

A Mudança é uma opção individual

"O processo de Mudança que estamos a viver, passa-se ao nível da consciência de cada indivíduo que escolher avançar e evoluir. Não é algo que caia no nosso "colo", como um presente do universo. E à medida que a verdade se revelar através do trabalho interior de cada um, deve ser posta em prática e tornar-se um modo de vida, a manifestação de uma nova consciência." (via Galactic Federation)

06/01/2012

Mudança para a 5ª dimensão


Em Dezembro 2012 vamos passar para outra dimensão. Os "governos sombra" sabem disto, mas ninguém avisa as populações. Temos que purificar a nossa condição física e espiritual. Cuidar do corpo, do que nos alimenta, fazer exercício físico. Em essência somos luz e amor, há que senti-lo no nosso coração, elevar a nossa consciência, abrirmo-nos ao perdão, dissipar as trevas, unirmo-nos à consciência superior. 

14/12/2011

Levantar o véu das mentiras e do encobrimento

Carta de Rockefeller ao President Clinton: "Lifting the Secrecy on Information About Extraterrestrial Intelligence as part of the Current Classification Review". Nesta carta de 1995, Rockefeller falava de "spirituality and holistic healing as well as the development of a new paradigm of consciousness", e pedia abertura ao público dos dossiers sobre vida alienígena:
http://www.paradigmresearchgroup.org/Rockefeller%20Documents/RID-8-23-95.htm#2

Actualmente está em curso uma petição pública dirigida à Casa Branca, para investigação do fenómeno ufulógico e abertura de ficheiros. São precisas 25.000 assinaturas, por favor colaborem.


01/12/2011

Nova alquimia

As palavras essenciais e justas que gostaria de escrever estão de tal forma enterradas na minha limitação que nem lhes consigo chegar. Sigo pelas figuras de estilo, as comparações, as imagens, as metáforas, pelo recurso a esta redundância humana de buscar pelo lado de fora uma tradução dos estados de alma. Um estar do avesso.
Sinto uma dor magoada como se tivesse sido alvejada, como se tivessem disparado um tiro certeiro no meu coração e a bala ficasse alojada numa zona de fronteira entre a morte e a esperança de vida, presa por um fio. E esta parece ser uma situação deveras dolorosa, a incerteza da permanência do lado de cá e a possibilidade de uma passagem para o outro lado.
Mas é um desafio. Há um coração que teima em bater, em vibrar, em mostrar que tem força e dignidade para ir à luta. E aquele objecto dual, estranho, desconfortável, ali alojado, não pode ser subestimado. Há um prenúncio de vida nele, mais do que de morte. O coração tem que cuidá-lo, acomodá-lo, para que se mantenha no mesmo lugar. Um batimento mais forte, e poderá deslocar-se fatalmente; uma vibração a mais, e o fio de vida poderá partir-se. E o coração, sabendo ser este o caminho a seguir, a busca do equilíbrio entre forças primordiais aparentemente antagónicas, recolhe-se em silêncio trabalhando na alquimia. E corajoso, seguro do Amor que o anima e que só ele sabe sentir, confia que no tempo necessário, tal como uma impureza dentro de uma ostra, a bala nele alojada se transformará em pérola.

29/11/2011

Amar de menos

“O namoro, o casamento, a família e a amizade, são instituições nas quais devemos exercitar e operacionalizar o sentimento do amor. A relação homem e mulher, além de ser básica, deveria ser a mais prazerosa, já que inclui, entre outras coisas, o companheirismo, a sexualidade e a construtividade do futuro. Então porquê tanta hostilidade, tanto confronto, tanto sofrimento, tanta humilhação?
Só há uma resposta: a incapacidade de amar.
Essa "doença", na forma de dominação e posse, acomete principalmente a figura masculina, enquanto que a forma de desamor mais comum nas mulheres é a submissão, a dependência e a renúncia. Mas todas as doenças emocionais são por falta de amor.
No homem, a incapacidade para lidar com o afecto e a ternura aparece sob a forma de abuso de poder, de autoritarismo e de certo prazer camuflado em ver a mulher sofrer. Essa incapacidade amorosa de alguns homens tem várias razões. A primeira delas remonta à relação que o homem teve na infância, na sua primeira experiência com uma mulher: a mãe.
Ou foram muito protegidos pelas mães e não aprenderam que o outro também existe com necessidades afectivas, por isso querem receber sempre toda a atenção da mulher sem nenhuma reciprocidade. E quanto mais a mulher se anula para atendê-los, mais satisfeitos se sentem. O seu nível de exigência não tem limites e a mulher ao seu lado sente-se constantemente em falta, com culpa, com a incumbência de fazê-los felizes, o que é impossível por dois motivos: primeiro porque ninguém faz ninguém feliz e segundo porque eles são insaciáveis.
Ou então não foram amados pelas mães e não sabem o que é amar.
O apego que as mulheres desenvolvem por eles é acompanhado de uma raiva reprimida à figura feminina, traduzida nas formas de relacionamento tão denunciadas pelas mulheres: frieza, críticas, impaciência, irritação, superioridade e o famoso jogo do desprezo, do abandono e do ciúme. No fundo, eles maltratam as mulheres por medo da rejeição. Fazem questão de se sentirem superiores, sempre com razão. As discussões constantes não têm nunca por objectivo resolver os problemas, mas sim destruir a figura feminina culpando-a pelo fracasso do relacionamento.
“O teu ciúme acabou com o nosso relacionamento”, dizia um marido, sem se perguntar de que maneira ele alimentava o ciúme da mulher com indiferenças, ameaças de separação, críticas, etc., ou de que maneira poderiam fazer uma terapia de casal para aprender a amar. Nestes casos, a própria separação é mais um acto de desprezo e vingança à figura feminina.
Os homens que amam de menos terão dificuldades em qualquer namoro ou casamento que venham a ter, porque a sua incapacidade de amar é o verdadeiro problema. Conhecemos bem o deficiente físico ou o deficiente intelectual, mas não prestamos atenção aos deficientes afectivos. Se para andar precisamos das pernas e da competência motora, para nos relacionarmos bem precisamos da competência amorosa.
Há pessoas que não sabem ou não conseguem amar. Sofrem e produzem sofrimento em quem delas se aproxima ou que com elas convive. O medo do abandono, da rejeição e da traição de serem magoados, coloca os homens que amam de menos numa posição de defesa em relação às suas parceiras. Em casos extremos, são capazes de agredir fisicamente as suas mulheres e até matar.
É comum nesses casais, que nos intervalos das cenas de violência haja juras de amor, a prática compulsiva de sexo e o pedido apaixonado de perdão. Como, porém, a causa fundamental é a incapacidade de amar, logo de seguida recaem na repetição do drama e da dor. O contrário do amor é o medo. E a louca solução encontrada por eles é destruir o objecto do medo, que deveria ser o objecto do amor: maltratar e desprezar a pessoa que se diz amar.
O que salva é que a invalidez amorosa tem cura, não é uma invalidez permanente. Todos os processos terapêuticos - e todos os processos religiosos - têm por objectivo ensinar-nos a amar.
Quando descobrimos que a única solução para sermos felizes é o amor, quando percebemos a nossa dificuldade de amar, estaremos a entrar na senda da felicidade. Sem amor enredamos-nos pela teia da competição e hostilidade com o outro, gerando em nós e nos nossos relacionamentos um profundo vazio, tédio e depressão.”

António Roberto
Consultor em relacionamentos e comportamento humano

16/11/2011

Querem saber o que se passa no mundo?

Vejam este filme de 1988. Não sei se se recordam, passou despercebido. Na altura provavelmente poucos de nós compreenderíamos a mensagem, era ficção, estávamos bem adormecidos. Mas à luz do que se sabe e se passa hoje, tudo faz sentido.
O domínio político e financeiro, o desemprego, a opressão e ocultação, o poder da Elite, a manipulação dos verdadeiros governantes, o papel dos reptilianos.
Há que ir fundo nesta questão, pesquisar, esclarecer-se. Não receiem saber mais, o planeta precisa disso. Busquem.

"It is set a year or two years from now (and I am being optimistic). I have been highlighting this movie for a decade and saying this is what is planned and this is how the world is controlled." - David Icke.



14/11/2011

Um lugar para o amor (2)

Escrevi este texto em Março de 2009, mas hoje faz-me todo o sentido republicá-lo. 

[Anteontem] Numa entrevista sobre uma peça em cartaz, ouvi o João Mota dizer que "nos dias de hoje ama-se muito pouco". É verdade, ama-se pouco e mal o que é amável verdadeiramente.

A cultura urbana continua a amar demais o que não se leva para a cova e que não engrandece esta experiência de vida. Ama-se o superficial, os sinais exteriores, o status, o umbigo, a adulação, a auto-imagem. Ama-se a dissimulação, a mentira, as máscaras sociais, o jogo do oportunismo e do tirar partido, a visibilidade a que preço for. Ama-se muito uma pretensa esperteza e inteligência que anda a vigorar de forma prepotente e que tem as suas bases não na sabedoria, mas numa cultura informativa descartável diariamente; não no sentimento e sensibilidade, mas no raciocínio cartesiano e numa lógica matemática completamente desligados do núcleo emocional; não no humanismo de partilha e dádiva, mas num humanitarismo artificial, criado politicamente, no qual a solidariedade não é uma acção mas um conceito utópico, ou mesmo uma arma de luta em nada filantrópica.
Deixemo-nos de tretas. O amor embaraça. Até há quem o esconda e não é por medo que seja roubado, não. É por intimidação mesmo. Muitos olhos preferem ver o amor como uma fraqueza de espírito, porque o amor como força vital exige mudança, acção, transformação; é isso que nele intimida e amedronta. E a nossa resistência à mudança - que é profunda, brutal, irascível - rejeita-o na revolução e na verdade que ele exige.
Privilegia-se muito a agilidade mental, o discurso cerebral, a eloquência verbal. Toda a retórica política assenta aí. Os debates parecem-me festivais discursivos. Cada um tentando ser mais convincente do que o outro na busca de argumentação acusatório-defensiva.
Tão pouco inovadores, tão pouco originais, tão pouco convincentes humanisticamente. Tudo me soa a falso. Tudo me cheira a egos exarcebados.
Nada me convence (e provavelmente o mal estará em mim...) que sejam estes políticos cerebrais capazes de nos fazer sair desta crise social, moral, espiritual.
Como é que um político com uma mente completamente dissociada do sentimento poderá ser verdadeiro?
Para mim, e a menos que surja algum Mestre, a política patriarcal já deu o que tinha a dar. Apraz-me ver lugares de destaque ocupados por mulheres. Não sei se serão estas as mulheres; mas é a energia feminina a abrir caminho que me interessa, a que consegue aliar sentimento e razão e unificar pensamento, discurso e acção.
Precisamos de uma política que saiba nutrir, que saiba ouvir. Que seja menos orgulhosa, que saiba perder em razão para ganhar em paz. Que seja sentimental.
E só mesmo a mão do feminino encontrará na política um lugar para o amor.

10/11/2011

Respeitar a dor


A dor vive-se de várias maneiras, mas se há algo que tem que ser respeitado é o seu timing. É preciso ter sensibilidade e tacto, ser solidário, digno e inteligente para compreender que o desrespeito pelo timing dos processos é uma agressão, um desequilíbrio, um impedimento da regeneração. A forma ostensiva e impositiva com que alguém tenta obrigar o outro a obviar o seu processo, impondo situações que a sua fragilidade ainda não permite aceitar e ignorando a sua dor, é um acto de crueldade emocional, de imaturidade humana, uma ofensa e humilhação da essência do ser.

02/11/2011

A ajuda que vem do céu

To assist and prepare all Earth humans to make the step-up, this “upliftment”, in spiritual awareness & consciousness to the 4th dimension as Earth is about to cross the galactic equatorial plane, The Andromeda Council has committed many resources, trained people, ships, counselors, advisors in many areas of expertise, to help Earth people through the various stages of adjustment & growth. They will do this by mentoring, teaching and helping Earth humans to evolve emotionally, intellectually, physically, socially & most important spiritually.

They will share and remind people of Earth the most important, most powerful ‘force’ in the Universe is: love.

19/10/2011

A revelação que se aproxima

Desde a antiguidade que o nosso planeta tem vindo a ser ajudado, influenciado e visitado por seres de outros planetas e de outras dimensões que, por força da manipulação de instituições religiosas, forças governamentais e interesses dominantes (militares, indústrias petrolíferas, indústrias do armamento, etc), têm sido negados ao conhecimento público. Os media - controlados pelos grupos dominantes - não pesquisam nem divulgam esta temática. O público - na sua grande maioria - não é proactivo na busca de respostas e mantém-se ingenuamente confiante de que se algo houvesse para ser divulgado, os jornais e a televisão o fariam. Atentem: há grandes interesses para que isto não seja assim. Não obstante, o véu começa a romper-se. É preciso tomar consciência de que a revelação de uma nova realidade se aproxima e que se não estivermos conscientemente disponíveis para recebê-la, a humanidade sofrerá um choque tremendo.

É de louvar o trabalho do Dr. Steven Greer (ex CIA) no "Disclosure Project"; as declarações do ex-ministro da defesa do Canadá, Paul Hellyer; a abertura do Vaticano a esta temática; e o trabalho de movimentos como a Exopolitics, que em várias partes do mundo trabalham para trazer a verdade a lume.

A sobrevivência do nosso planeta e da nossa espécie pode estar intimamente vinculada à nossa aceitação de uma nova realidade. É preciso criar quórum para que, não só os governos divulguem o que tem sido ocultado ao longo dos anos, como para que as civilizações mais avançadas determinem que estamos prontos para aceitar a sua colaboração.

09/10/2011

Ensaio sobre o amor

O amor existe em todo o lado e espera apenas ser encontrado e vivenciado. Ele manifesta-se de várias formas, esconde-se, espreita, dá-se a conhecer, avança, recua, às vezes exaspera, desespera, confunde. Todos nós o procuramos, pelas mais diferentes vias. Mas conseguiremos sempre reconhecê-lo e aceitá-lo? Estaremos sempre disponíveis para ele?
Cremos que sim. Mas quando esse ideal que tanto nos seduz se materializa no campo da relação interpessoal, tudo se modifica.
Ensinaram-nos que o oposto do amor é o ódio. Mas o oposto do amor é o medo. Este medo que tolhe e nos impede de evoluir.
O amor é uma energia muito forte, que tanto assusta, como fascina. Quando ele se instala quer-nos absorver por inteiro. E aí surge o medo da entrega que ele exige, dessa entrega tão grande que parece não caber no nosso peito, que nos faz imensamente felizes mas que também é um prenúncio de dor.
E os nossos mecanismos de defesa disparam imediatamente. Às vezes julgamos que nos irá aprisionar fazendo com que percamos a nossa liberdade; outras vezes criamos a ilusão de que é apenas um sentimento sem consequências; outras ainda, rejeitamo-lo porque o conotamos com dependência de afecto; e há quem chegue a recusá-lo, por ver nele o ponto de encontro de almas carentes e necessitadas, em busca de um elixir terapêutico. Crenças baseadas no medo.
O medo é fruto da actividade racional e da insegurança. Mas a partir do momento em que se instala, o amor está em maus lençóis: vai ser questionado, dissecado, posto em causa. Há esta necessidade, imposta pela formação cartesiana, de sobrepormos o cerebral ao sentimental, que nos fecha numa zona de conforto onde o desconhecido, por mais benéfico que possa ser, tem muita dificuldade em entrar antes de passar por todos os nossos sistemas internos de prevenção.
Mas também temos um lado intuitivo e mágico, que gosta de acreditar na versão divina de que o amor nunca se questiona: ele É, simplesmente. E é benigno, pacífico, transformador. Mas tal como nós, seres divididos entre o celestial e o terreno, o amor também tem o seu lado humano, com laivos de imperfeição, inquietude e desequilíbrio. Na verdade, nada do que é transformador é pacífico. As grandes mudanças são sempre alcançadas através do atrito da dualidade.
Crescemos a considerar que o amor, per si, é sério, responsável, perfeito, e sabe sempre qual é o melhor caminho.
Mas, e se ele para chegar à perfeição tenha, tal como nós, que se ir debatendo, pacificando, elevando? Talvez o amor não seja uma energia perfeita, mas que se aperfeiçoa através de nós. Tal como nós podemos aperfeiçoar-nos através dele.