10/11/2011
Respeitar a dor
02/11/2011
A ajuda que vem do céu
To assist and prepare all Earth humans to make the step-up, this “upliftment”, in spiritual awareness & consciousness to the 4th dimension as Earth is about to cross the galactic equatorial plane, The Andromeda Council has committed many resources, trained people, ships, counselors, advisors in many areas of expertise, to help Earth people through the various stages of adjustment & growth. They will do this by mentoring, teaching and helping Earth humans to evolve emotionally, intellectually, physically, socially & most important spiritually.
They will share and remind people of Earth the most important, most powerful ‘force’ in the Universe is: love.
19/10/2011
A revelação que se aproxima
09/10/2011
Ensaio sobre o amor
Cremos que sim. Mas quando esse ideal que tanto nos seduz se materializa no campo da relação interpessoal, tudo se modifica.
Ensinaram-nos que o oposto do amor é o ódio. Mas o oposto do amor é o medo. Este medo que tolhe e nos impede de evoluir.
O amor é uma energia muito forte, que tanto assusta, como fascina. Quando ele se instala quer-nos absorver por inteiro. E aí surge o medo da entrega que ele exige, dessa entrega tão grande que parece não caber no nosso peito, que nos faz imensamente felizes mas que também é um prenúncio de dor.
E os nossos mecanismos de defesa disparam imediatamente. Às vezes julgamos que nos irá aprisionar fazendo com que percamos a nossa liberdade; outras vezes criamos a ilusão de que é apenas um sentimento sem consequências; outras ainda, rejeitamo-lo porque o conotamos com dependência de afecto; e há quem chegue a recusá-lo, por ver nele o ponto de encontro de almas carentes e necessitadas, em busca de um elixir terapêutico. Crenças baseadas no medo.
O medo é fruto da actividade racional e da insegurança. Mas a partir do momento em que se instala, o amor está em maus lençóis: vai ser questionado, dissecado, posto em causa. Há esta necessidade, imposta pela formação cartesiana, de sobrepormos o cerebral ao sentimental, que nos fecha numa zona de conforto onde o desconhecido, por mais benéfico que possa ser, tem muita dificuldade em entrar antes de passar por todos os nossos sistemas internos de prevenção.
Mas também temos um lado intuitivo e mágico, que gosta de acreditar na versão divina de que o amor nunca se questiona: ele É, simplesmente. E é benigno, pacífico, transformador. Mas tal como nós, seres divididos entre o celestial e o terreno, o amor também tem o seu lado humano, com laivos de imperfeição, inquietude e desequilíbrio. Na verdade, nada do que é transformador é pacífico. As grandes mudanças são sempre alcançadas através do atrito da dualidade.
Crescemos a considerar que o amor, per si, é sério, responsável, perfeito, e sabe sempre qual é o melhor caminho.
Mas, e se ele para chegar à perfeição tenha, tal como nós, que se ir debatendo, pacificando, elevando? Talvez o amor não seja uma energia perfeita, mas que se aperfeiçoa através de nós. Tal como nós podemos aperfeiçoar-nos através dele.
10/09/2011
Reconexão
Quando vejo o itinerário deste senhor, que desde Março até ao final do ano, ininterruptamente, vai somar palestras e seminários de 4 dias em 33 cidades, de 19 países de todos os pontos do globo (incluindo os EUA), penso que é preciso estar-se seria e profundamente empenhado, e muito consciente do seu propósito de vida e da sua missão no planeta, para se dedicar de corpo e alma a um plano desta envergadura (não obstante a retribuição material que usufruirá e que parecerá decerto ser - aos olhos de muitos - o estímulo principal. Até nisto, ainda temos tanto para aprender!).
E quando imagino os milhares de pessoas que estarão presentes, e os milhares de pessoas/vidas que serão tocadas por essas mesmas pessoas, consciencializo que o que tem vindo a ser referido como 'world shift 2011/2012' está de facto a acontecer. Intimamente, por qualquer razão, também associo este "fenómeno" a algo que começa a emergir e a tomar contornos mais visíveis, mais reais, o processo "Disclosure".
Um verdadeiro e gigantesco salto quântico evolutivo se avizinha.
09/07/2011
orapazeopeixe
Curta metragem sobre um miúdo que tem de lidar com a morte pela primeira vez quando o seu peixe de aquário pára de mexer.
Ajudem à produção deste filme, visitando o blogue, contribuindo e divulgando-o.
Dirigido por: Bertolino Pedro, Luís Montanha e Pedro Cruz
Site: http//orapazeopeixe.wordpress.com
Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=1435329813#!/pages/orapazeopeixe/221825401185374?sk=info
15/06/2011
World shift 2012
12/06/2011
"A Síndrome de Peter Pan"
Provavelmente qualquer um de nós já se defrontou alguma vez com um caso limite de infantilidade masculina, sem lhe prestar a devida reflexão. É minha opinião que actualmente as crianças e os jovens são mal orientados para enfrentar as dificuldades e responsabilidades da vida. O excesso de protecção, o facilitismo, a “falta de tempo” para educar, e um liberalismo excessivo, são ingredientes venenosos ao processo de crescimento regular no que concerne a maturidade emocional. A tendência, como nos diz o autor, é para que esta síndrome seja cada vez mais frequente no futuro. Por isso e porque imagino que seja um tema desconhecido à maioria das pessoas, considerei importante referir aqui este livro, citar algumas passagens e partilhar considerações que fui retirando no decurso da sua leitura que, desde já, aconselho vivamente a mães em particular e às mulheres em geral, por serem habitualmente mais interventivas e proactivas nos processos educacionais.
A raiz desta síndrome sedia-se no tipo de relacionamento conjugal e nas dinâmicas que daí resultam e se reflectem nas relações individuais da mãe e do pai com o filho. É uma síndrome que atinge apenas os rapazes, com uma maior taxa de incidência no primogénito.
“[A SPP] não ameaça a vida – por isso não é uma doença – mas põe em perigo a saúde mental de uma pessoa e, por isso, é mais do que uma inconveniência. (…) É um fenómeno psicológico singular (…) que provoca uma série de problemas. (…) Nos últimos vinte ou vinte e cinco anos, as pressões da vida moderna exacerbaram os factores causativos, resultando num aumento dramático da frequência do problema. E há todas as razões para esperar que piore nos anos futuros.
Mas nunca é tarde para um homem crescer através dos seus próprios esforços, (…) por isso este livro é também um livro destinado à própria vítima [da SPP].”
Quem não se lembra de Peter Pan, aquele rapaz que nunca quis crescer e que por isso optou por viver na “Terra do Nunca”? Esta terra parece ser fantástica! Nela se pode viver eternamente como criança, negando os problemas e fugindo aos confrontos, sem nenhuma responsabilidades de maior que não seja a satisfação dos próprios desejos numa vida sem regras.
A sua dificuldade em lidar com as perdas é imensa. Não compreendem nem aceitam ser rejeitados, esquecidos ou negligenciados. Vivem condicionados à aceitação dos outros, tornam-se egocêntricos, narcisistas e até chauvinistas de uma maneira muito subtil.
Quem quer que se atravesse à sua frente e pretenda trazê-los à realidade tem a mesma dificuldade que um soldado que pretenda atravessar um campo minado.
Uma mulher que ame um homem com esta síndrome normalmente desilude-se face à sua imaturidade, instabilidade e desamor. Ele pode despedir-se de manhã com um beijo extremamente amoroso e à tarde magoá-la com atitudes e palavras duras. Ele “espera que a amante, mulher legítima, “mãe”, suporte as suas imaturidades e indelicadezas porque considera ser essa a sua missão”. Na verdade, ele “compara o amor por uma companheira com o amor de mãe. O amor adulto é distorcido a ponto de uma mulher legítima nunca dever esperar mais do que aquilo que ele escolher dar, na altura em que ele decidir dar. Ele não compreende que o amor adulto é condicional: envolve dar e receber. Mais, é ele quem recebe e a mulher quem dá. Se uma mulher desafiar esta desigualdade” terá problemas.
Há uma maneira de os podermos ajudar: amando a criança “imperfeita” que eles julgam ter sido e ajudando o adulto a entrar em contacto com as dores alojadas no seu coração. Mas esta missão pode revelar-se destrutiva numa relação a dois, pois o espaço do relacionamento é um terreno minado onde este tipo de homem encara cada confronto, não como um desafio que o ajuda no processo de crescimento, mas como uma mina que pode estilhaçar a auto-imagem com que se identifica. Nestes casos converte a mulher na sua maior inimiga e o espaço da relação deteriora-se: inconscientemente, fará tudo para destruí-la.
Quando eles próprios tomam consciência do seu processo, predispondo-se a assumir um compromisso responsável consigo, a terapia será a melhor via para desenvolver um processo de auto-conhecimento e aceitação de si mesmo.
24/04/2011
A doutrina do choque
A Doutrina do Choque http://www.youtube.com/watch?v=Y4p6MvwpUeo É impresncindível ver este documentário para conseguir perceber o que está em causa actualmente. Há que tomar consciência da verdade para procurar as soluções certas. About this video: "É imperativo difundir este vídeo. Ponham nos vossos blogs, murais, mandem o link por mail, façam download. Primeiro caiu a Grécia, depois caiu a Irlanda, Portugal acabou de cair e a seguir é a Espanha. Para entender qual é o verdadeiro objectivo da consequência da entrada do FMI, é essencial ver este filme." |
22/04/2011
Momentos de verdade
Talvez seja mesmo o melhor jornalista português na área de economia, como se afirma. Mas a meu ver o que é importante é que é o único a fazer chegar-nos a verdade, sem paninhos quentes, com sobriedade, profundo conhecimento, e de uma forma extremamente construtiva pois aponta caminhos e soluções. Este homem tem que ser ouvido pelos portugueses.
01/03/2011
Islândia, revolução no feminino
Revolução pacífica na Islândia, silêncio dos media
Por incrível que possa parecer, uma verdadeira revolução democrática e anticapitalista ocorre na Islândia neste preciso momento e ninguém fala dela, nenhum meio de comunicação dá a informação, quase não se vislumbrará um vestígio no Google: numa palavra, completo escamoteamento. Contudo, a natureza dos acontecimentos em curso na Islândia é espantosa: um Povo que corre com a direita do poder, sitiando pacificamente o palácio presidencial, uma "esquerda" liberal de substituição igualmente dispensada de "responsabilidades" porque se propunha pôr em prática a mesma política que a direita, um referendo imposto pelo Povo para determinar se se devia reembolsar ou não os bancos capitalistas que, pela sua irresponsabilidade, mergulharam o país na crise, uma vitória de 93% que impôs o não reembolso dos bancos, uma nacionalização dos bancos e, cereja em cima do bolo deste processo a vários títulos "revolucionário": a eleição de uma assembleia constituinte a 27 de Novembro de 2010, incumbida de redigir as novas leis fundamentais que traduzirão doravante a cólera popular contra o capitalismo e as aspirações do Povo por outra sociedade.
Quando retumba na Europa inteira a cólera dos Povos sufocados pelo garrote capitalista, a actualidade desvenda-nos outro possível, uma história em andamento susceptível de quebrar muitas certezas e sobretudo de dar às lutas que inflamam a Europa uma perspectiva: a reconquista democrática e popular do poder, ao serviço da população.
http://www.cadtm.org/Quand-l-Islande-reinvente-la
Desde Sábado 27 de Novembro, a Islândia dispõe de uma Assembleia constituinte composta por 25 simples cidadãos eleitos pelos seus pares. É seu objectivo reescrever inteiramente a constituição de 1944, tirando nomeadamente as lições da crise financeira que, em 2008, atingiu em cheio o país. Desde esta crise, de que está longe de se recompor, a Islândia conheceu um certo número de mudanças espectaculares, a começar pela nacionalização dos três principais bancos, seguida pela demissão do governo de direita sob a pressão popular. As eleições legislativas de 2009 levaram ao poder uma coligação de esquerda formada pela Aliança (agrupamento de partidos constituído por social-democratas, feministas e ex-comunistas) e pelo Movimento dos Verdes de esquerda. Foi uma estreia para a Islândia, bem como a nomeação de uma mulher, Johanna Sigurdardottir, para o lugar de Primeiro-ministro.
http://www.parisseveille.info/quand-l-islande-reinvente-la,2643.html
18/01/2011
Upgrading politics
“Não podemos resolver os problemas de hoje com a mesma mentalidade com que foram criados”. Disse Einstein.
Se apostarmos nos mesmos políticos que há anos se encontram institucionalizados e viciados nas mesmas formas de actuação e gestão, compadrios e conluios, muito dificilmente teremos uma governação upgraded.
Mesmo que viessem os vampiros – agora tão em voga – sugar-lhes o sangue, a ver se lhes nascia novo, tinha as minhas sérias dúvidas. Isto já não vai com transfusões; nalguns casos teriam que ser lobotomias totais; noutros casos, um resurfacing mental (resurminding, portanto) poderia ser o suficiente para um update, mas nunca para um upgrade.
Quando eu ainda acreditava no pai natal, achava que se os governos fossem holísticos a governação seria quase perfeita. Imaginava eu que seria possível criar uma partido único – holístico – com as melhores pessoas de cada partido, não havendo nenhum com mais representatividade do que outro (acabando-se logo com a primeira fonte de discórdia). Se algum dos constituintes do PH fosse apanhado em incumprimento de promessas, em compadrios, favorecimentos, ou qualquer forma de corrupção, seria automaticamente substituído por outro representante do respectivo GP (grupo partidário) que o havia nomeado. Para além disso, ficaria sujeito à pena mínima obrigatória de um ano, a prestar serviço cívico e a auferir o salário mínimo nacional (a pena seria sempre decidida por referendo nacional e poderia ser mais longa, mas nunca reduzida) e nunca mais poderia concorrer a representante do seu GP.
Hoje, já mais crescidinha, é-me tão fácil acreditar no gordinho de fato vermelho, como nos “melhores” de cada partido: ambos são ficção.
E é a minha maior convicção de que este país só teria a ganhar se esta classe política utilizasse o pingo de vergonha na cara que lhes resta e se pusesse a andar (demitam-se, reformem-se, o que quiserem). Como talvez dissesse o Manuel Moura dos Santos, se presidisse a um casting governamental, “vocês de política não pescam nada, arranjem outra actividade, vão cavar batatas por exemplo”.
E como estou verdadeiramente cansada do patriarcado – na política, no tecido empresarial, na igreja, na cultura – pela demonstração excessiva daquilo que (não) vale, anseio a que nos próximos anos o upgrade da nossa sociedade se faça pela energia feminina. Urge, urge, urge!

