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13/07/2009

Dias felizes

Decidiram ir morar juntos porque era-lhes insuportável continuar a acordar todos os dias longe um do outro.

Queriam despertar e testemunhar a luz matinal em simultâneo e com o mesmo olhar. Achavam que q
uando as pessoas moram separadas, não vêem as coisas de forma idêntica. E mesmo que mais tarde falem sobre o mesmo assunto, o facto é que o momento virginal já passou e foi vivido de forma desigual; perdeu-se a magia da união de sensações. Decididamente, não é a mesma coisa!

Queriam olhar um para o outro e enternecerem-se com as caras ensonadas e marcadas pela pressão nas almofadas, os cabelos naturalmente em desalinho, os pijamas amarrotados (às vezes descosidos), e com todas essas pequenas coisas simplesmente rotineiras (ou simplesmente maravilhosas?) que fazem o acordar diário para a vida.

Queriam começar o dia com muita energia positiva, trocar carícias e repetir vezes sem conta o quanto se amavam e precisavam um do outro, e quão boa era essa cumplicidade e dependência!

Queriam de mãos dadas agradecer a Deus, todos os dias, profunda e sentidamente, a Graça de os ter cruzado no mesmo caminho e de ter permitido que se encantassem imediata e mutuamente, como verdadeiras almas gémeas.

Queriam também agradecer um ao outro a perseverança da insatisfação, da procura e da espera, pois se conformadamente tivessem desistido nunca teriam tido a ventura desse encontro.

E apesar do passado escrito em cada um, conseguiram manter a candura de sentimentos e os seus corpos imaculados para o amor que se tinham prometido.

Sempre acreditaram que a sua união foi talhada no céu, nesse céu que é a esperança escondida no peito de quem espera e conhece intimamente o poder mágico de um sonho guardado.

Descobriram que afinal é possível dar-se integralmente e mesmo assim viver em plenitude.
Este era agora o tempo deles e eles iriam sorvê-lo.

20/06/2009

O quarto vôo da borboleta

Faz hoje 4 anos. Como ela sempre quis, vimo-la partir vestidos de branco, ouvindo música, em festa. A vida para ela foi sempre uma festa, mesmo que acabasse em bebedeira, pancadaria ou solidão, era festa.


As festas às vezes são assim. Vamos para ela enérgicos, cheios de expectativas; voltamos cansados, arrastando as pernas.

Mas isso nunca lhe roubou a alegria, a fúria de viver, a determinação, a concretização dos sonhos.

O que mais me custou depois da sua morte, ao arrumar os seus papéis, agendas, blocos, cadernos, folhas soltas, foi encontrar em todos eles o esqueleto de "projectos a realizar". Livros, cursos, conferências, viagens, espectáculos... A sua mente imaginativa, criativa, abstracta, era ilimitada; a sua perseverança e dinamismo, imparáveis. Acima de tudo, para ela tudo era possível e concretizável. Nunca lhe conheci impeditivos, nem medos de ir em frente. Antes pelo contrário, o único medo que lhe conheci foi o da imobilização. Dizia, quase premonitoriamente, "se algum dia ficar imóvel, incapaz de fazer coisas, prefiro morrer".
E o universo cumpriu a sua vontade.

05/06/2009

O drama feminino no mais natural acto fisiológico


Porque é que as mulheres demoram tanto tempo quando vão à casa de banho?

Quando eras pequenina, a tua mamã levava-te à casa de banho, ensinava-te a limpar o tampo da sanita com papel higiénico e depois punha cuidadosamente tiras de papel no perímetro da sanita.

Finalmente instruía-te: "Nunca te sentes numa casa de banho pública!". Depois ensinava-te a "posição", que consiste em balançar-te sobre a sanita numa posição de sentares-te sem que o teu corpo tenha contacto com o tampo.

A "posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, importante e necessária, que a acompanha para o resto da vida. Mas ainda hoje, nos nossos anos de maioridade, a "posição" é dolorosamente difícil de manter, sobretudo quando a tua bexiga está quase a rebentar.

Quando tens que ir a uma casa de banho pública, encontras uma fila enorme de mulheres... Parece até que o Brad Pitt está lá dentro. Por isso resignas-te a esperar, sorrindo amavelmente para as outras mulheres que também cruzam as pernas e os braços, discretamente, na posição oficial de "estou aqui estou a mijar-me!".

Finalmente é a tua vez! E chega a típica mãe com a menina que não aguenta mais: "a minha filhota já não aguenta mais, desculpe, vou passar à frente!". Então espreitas por baixo de cada cubículo para ver se algum não tem pernas... Estão todos ocupados!

Finalmente abre-se um e lanças-te lá para dentro, quase derrubando a pessoa que ainda está a sair.

Entras e vês que a fechadura está estragada (está sempre!); não importa… Penduras a mala no gancho que há na porta… QUAAAAAL? Nunca há gancho!!!
Inspeccionas a zona, o chão está cheio de líquidos indefinidos e fétidos e não te atreves a pousá-la lá, por isso penduras a mala no pescoço enquanto vês como balança debaixo de ti, sem contar que a alça te desarticula o pescoço, porque a mala está cheia de coisinhas que foste metendo lá para dentro durante meses e a maioria das quais não usas, mas que tens no caso de…

Mas, voltando à porta… como não tinha fechadura, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto com a outra baixas as calças num instante e pões-te "na posição"…

AAAAHHHHHH… finalmente, que alívio… mas é aí que as tuas coxas começam a tremer… porque nisto tudo já estás suspensa no ar há dois minutos, com as pernas flexionadas, as cuecas a cortarem-te a circulação das coxas, um braço estendido a fazer força na porta e uma mala de 5 quilos a cortar-te o pescoço!

Gostarias de te sentar, mas não tiveste tempo para limpar a sanita nem a tapaste com papel. Racionalmente achas que não vai acontecer nada, mas a voz da tua mãe faz eco na tua cabeça "nunca te sentes numa sanita pública", e então ficas na "posição de aguiazinha", com as pernas a tremer… e por uma falha de cálculo da distância, um finííííssimo fio do jacto salpica-te e molha-te até às meias!!

Com sorte não molhas os sapatos… É que adoptar "a posição" requer uma grande concentração e perícia!

Para distanciar a tua mente dessa desgraça, procuras o rolo de papel higiénico... mas não há! Invariavelmente, o suporte está vazio!!!!

Então rezas aos céus para que, entre os 5 quilos de bugigangas que tens na mala pendurada ao pescoço, haja um miserável lenço de papel… Mas para procurar na tua mala tens de soltar a porta!? Duvidas um momento, mas não tens outro remédio. E quando soltas a porta, alguém a empurra, dá-te uma traulitada na cabeça que te deixa meio desorientada, mas rapidamente tens que travá-la com um movimento rápido e brusco enquanto gritas OCUPAAAAAADOOOOOOOOO!!

E assim toda a gente que está à espera ouve a tua mensagem. Ufa! Já podes soltar a porta sem medo, ninguém vai tentar abri-la de novo (nisso as mulheres têm muito respeito umas pelas outras).

Encontras o lenço de papel! Está todo enrugado, tipo um rolinho, mas não importa, fazes tudo para esticá-lo. Finalmente consegues e limpas-te. Mas o lenço está tão velho e usado que já pouco absorve, e molhas a mão toda! Valeu-te de muito o esforço de desenrugar o maldito lenço só com uma mão!

Ouves a voz de outra mulher nas mesmas circunstâncias que tu, "alguém tem um pedacinho de papel a mais?".

Sem contar com o galo que ganhaste com a pancada da porta, o linchamento da alça da mala, o suor que te corre pela testa, a mão a escorrer, a lembrança da tua mãe que estaria envergonhadíssima se te visse assim porque ela nunca tocou numa sanita pública ("Francamente, tu não sabes que doenças podes apanhar aqui, até podes ficar grávida". Lembram-se???).
Estás exausta! Quando páras já não sentes as pernas, arranjas-te rapidíssimo e puxas o autoclismo a fazer malabarismos com um pé, muito importante!

Depois lá vais para o lavatório. Está tudo cheio de água (ou será xixi? ocorre-te isto porque te lembras do lenço de papel…), então não podes soltar a mala nem durante um segundo. Pendura-la no teu ombro. Não sabes como é que funciona a torneira com os sensores automáticos, então tentas até te sair um jactozito de água fresca e com sorte consegues sabão. Lavas-te numa posição do corcunda de "Notre Dame" para a mala não resvalar e ficar debaixo da água.

Nem sequer usas o secador, é uma porcaria inútil, pelo que no fim secas as mãos nas tuas calças – porque não vais gastar mais um lenço de papel para isso, se é que o tens... E sais.

Nesse momento vês o teu namorado, ou marido, que entrou e saiu da casa de banho dos homens e ainda teve tempo para ler um livro de Jorge Luís Borges enquanto te esperava.

"Mas por que é que demoraste tanto?" - pergunta-te o idiota.

"Havia uma fila enorme" - limitas-te a dizer. Para quê mais? Ele nunca entenderia...

Moral da história: A razão pela qual as mulheres vão em grupo à casa de banho é por solidariedade. Uma segura-te na mala e no casaco, a outra na porta e a outra passa-te o lenço de papel por debaixo da porta. Assim é muito mais rápido e só tens que te concentrar em manter "a posição" e a tua dignidade.

(Recebida por e-mail/autora desconhecida)

24/05/2009

Pessoa, sempre...

"Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive."



Ricardo Reis

Meditação por Portugal e pelo Mundo e Congresso Terra 2009

O Jornal Milénio e o Espaço Ser Inteiro apoiam e divulgam um dos Grandes Eventos deste Ano em Portugal:
com o seguinte endereço: http://www.congressoterra2009.mtp.pt/
Entrevista de Luís Resina à Imprensa sobre os principais temas do Congresso
Como o Estado requisitou a Aula Magna da Reitoria de Lisboa como local de voto para as Eleições Europeias no dia 7 de Junho, assim o novo Local do Congresso será:
Auditório da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa
PROGRAMA EXTRA CONGRESSO
· Inserido nas Festas da Cidade e em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, haverá um Concerto pelo Grupo SamaSati e uma Meditação por Portugal e pelo Mundo no dia 7 de Junho a começar às 18h no Auditório Keil do Amaral em Monsanto (entrada gratuita)
Convite à Meditação Colectiva por Portugal e pelo Mundo
Dia 7 de Junho 18h 30 Auditório Keil do Amaral – Monsanto
A Comissão Organizadora do I Congresso Internacional de Sincronização com o Planeta Terra convida todas as pessoas que se identifiquem com os princípios Universais e Holísticos, assentes na Paz e na Solidariedade entre os povos e demais culturas, para estarem presentes na Meditação sobre Portugal e o Mundo.
O intuito deste encontro é promover a dignificação do Homem, da Terra e de todos os seres vivos que fazem parte deste Eco Sistema.
A ideia seria abraçarmos um Neo-Humanismo em plena sintonia com o Todo e assim alcançarmos o plano da Sincronização com o Planeta (a Mãe Terra).
Esta meditação irá contribuir para uma activação dos centros e canais de percepção que proporcionam uma maior expansão da Consciência e está aberta a todos os seres que almejam um mundo melhor.
Os representantes de qualquer tipo de Movimento ou Associação que queiram ter palavra neste evento ecuménico devem inscrever-se designando a sua função dentro do organismo a que estão associados e a sua intervenção não deverá exceder mais que 3 minutos.
Em seguida, haverá uma meditação guiada por alguns dos convidados, seguindo-se um momento especial de silêncio colectivo.
O recinto da Meditação é de entrada livre e aberto a todos os que queiram participar nela.
Agradeço que divulguem pelos vossos amigos e associados.
Em prol de um Renascimento da Alma Portuguesa
Luís Resina
Comissão Organizadora do Congresso Terra2009

http://www.congressoterra2009.mtp.pt/
As inscrições para o Congresso continuam abertas mas o número de lugares encontra-se limitado devido à alteração – Por favor inscreva-se o mais breve possível

21/05/2009

O teu dia

Hoje é o teu dia, homem de Maio, meu amor-perfeito.
Dia de festa e de celebração. Porque ainda é Primavera e um novo ciclo começa. Porque estamos vivos e unidos pela vida.
Que sejas imensamente feliz!

15/05/2009

Netmania


Eh lá, falta o Skype, o Orkut, o Messenger, o Google Talk, o Hi5... procuraste muito mal!

25/04/2009

A visita

Vi entrar uma menina com o cabelo castanho claro, uma mecha presa do lado direito com um elástico vermelho, caindo-lhe delicadamente sobre o rosto. Tinha um vestido com flores cor de-rosa e branco. Trazia uma flor na mão que parecia um malmequer, mas era vermelha.
Senti um grande carinho por ela quando os nossos olhos se encontrarm. Sorri e dei-lhe uma festa. Ela sentou-se ao meu lado, silenciosamente, e com alguma timidez de gestos tocou-me na mão.
Perguntei-lhe como se chamava e que idade tinha: "Vera, quatro anos". Ofereci-lhe um copo de água, disse que sim. Quis saber o que andava ali a fazer, "a passear", e se havia alguma coisa especial que procurava, "sim, um amigo para brincar". Eu disse que não podia dar-lhe esse amigo, mas que enquanto ele não aparecesse ela poderia visitar-me sempre que quisesse, para conversarmos e brincarmos. Ela anuiu e saiu devagar, dizendo que tinha lá fora um presente para mim.
Trouxe-me uma caixa embrulhada em papel vermelho e um laçarote branco.
Dentro dela estava o meu coração escrito com palavras douradas: "Cuida bem de mim. Cuida bem da tua criança interna".

06/04/2009

Desafio vencido

Ía com receio, confesso, apesar da minha agilidade, flexibilidade e boa vontade. A notícia da morte da filha da Vanessa Redgrave ainda estava muito presente. Ela tinha a minha idade.
Mas felizmente viémos todos inteiros e sem lesões.
E venci o medo.
Só não sei se repetirei...

19/03/2009

Mankind is no island



O Tropfest é o maior festival de curtas metragens do mundo. Começou há 17 anos em Sydney e no ano passado teve a sua primeira edição em Nova York. O vencedor foi este filme totalmente filmado com um telemóvel, com um orçamento de 40 dolares (cerca de 20 euros).

16/03/2009

Lugares de ódio

Hoje, em Aveiro, uma aluna de 13 anos agrediu com socos e pontapés uma professora, que se encontra internada em estado de choque.

Um lugar para o amor

Anteontem, numa entrevista sobre uma peça em cartaz, ouvi o João Mota dizer que "nos dias de hoje ama-se muito pouco". É verdade, ama-se pouco, e mal, o que é amável verdadeiramente.
A cultura urbana continua a amar demais o que não se leva para a cova e que não engrandece esta experiência de vida. Ama-se o superficial, os sinais exteriores, o status, o umbigo, a adulação, a auto-imagem. Ama-se a dissimulação, a mentira, as máscaras sociais, o jogo do oportunismo e do tirar partido, a visibilidade a que preço for. Ama-se muito uma pretensa esperteza e inteligência que anda a vigorar de forma prepotente e que tem as suas bases não na sabedoria, mas numa cultura informativa descartável diariamente, não no sentimento e sensibilidade, mas no raciocínio cartesiano e numa lógica matemática completamente desligados do núcleo emocional, não no humanismo de partilha e dádiva, mas num humanitarismo artificial, criado politicamente, no qual a solidariedade não é uma acção mas um conceito utópico, ou mesmo uma arma de luta em nada filantrópica.
Deixemo-nos de tretas. O amor embaraça. Há até quem o esconda e não é por medo que seja roubado, não; é por intimidação mesmo. Muitos olhos preferem ver o amor como uma fraqueza de espírito, porque o amor como força vital exige mudança, acção, transformação; é isso que nele intimida e amedronta. E a nossa resistência à mudança, profunda, brutal, irascível, rejeita-o na revolução e na verdade que ele exige.
Privilegia-se muito a agilidade mental, o discurso cerebral, a eloquência verbal. Toda a retórica política assenta aí. Os debates parecem-me festivais discursivos. Cada um tentando ser mais convincente do que o outro na busca de argumentação acusatório-defensiva.
Tão pouco inovadores, tão pouco originais, tão pouco convincentes humanisticamente. Tudo me soa a falso. Tudo me cheira a egos exarcebados.
Nada me convence (e provavelmente o mal estará em mim...) que sejam estes políticos cerebrais capazes de nos fazer sair desta crise social, moral, espiritual.
Como é que um político com uma mente completamente dissociada do sentimento poderá ser verdadeiro?
Para mim, e a menos que surja algum Mestre, a política patriarcal já deu o que tinha a dar. Apraz-me ver lugares de destaque ocupados por mulheres. Não sei se serão estas as mulheres; mas é a energia feminina a abrir caminho que me interessa, a que consegue aliar sentimento e razão e unificar pensamento, discurso e acção.
Precisamos de uma política que saiba nutrir, que saiba ouvir. Que seja menos orgulhosa, que saiba perder em razão para ganhar em paz. Que seja sentimental.
E só mesmo a mão do feminino encontrará na política um lugar para o amor.

06/03/2009

In Memoriam

Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam.
Edmund Burke

01/03/2009

A tasty ragu

This is the new production of the Lisbon Players Theatre Company: Saturday Sunday Monday, by Eduardo de Filippo, directed by Luciano Nobre.

Set in Napoli in 1958, Dona Rosa, the family matriarch is making her famous ragu for Sunday Lunch.
But not all is well in the the house....

A
tasty play, it seems...

Starting on the 3rd of March will run for two weeks from tuesday till sunday at 9pm. Sundays at 5pm.

Reservations: 21 396 19 46

More information: http://www.lisbonplayers.com.pt

28/02/2009

I Congresso Internacional sobre o Planeta Terra em Portugal

Pela primeira vez em Portugal, vai realizar-se o CONGRESSO INTERNACIONAL DE SINCRONIZAÇÃO COM O PLANETA TERRA, que se pode equiparar, em dimensão e qualidade, a outras iniciativas do género organizadas, por exemplo, nos Estados Unidos ou no Brasil.

Foram convidados
pensadores e cientistas de renome internacional que aderiram de imediato e com grande entusiasmo ao convite.

Num ano de grandes transformações sociais e individuais este evento será certamente único e inesquecível.


É altura de pensar e intervir colectivamente.