A vossa atenção para este movimento tão importante! PEDEM-SE TODAS AS ASSINATURAS POSSÍVEIS ATÉ AMANHÃ, DIA 30 DE DEZEMBRO.
DÊEM O VOSSO APOIO AO MOVIMENTO DE PAULO [BORGES]
ALTERAÇÃO DO ESTATUTO JURÍDICO DO ANIMAL
"Este Movimento visa alterar o estatuto jurídico do animal no Código Civil, reconhecendo-o como um ser senciente, capaz de sentir dor e prazer psicofisiológicos.
Reconhecer a senciência do animal e deixar de o considerar como uma "coisa móvel" é o principal passo para proibir e punir os tremendos maus-tratos a que são sujeitos os animais em Portugal."
Disse e repito, quando os índios chegam a este ponto o mundo deveria parar e reverenciar a mãe Natureza e os seus filhos.
Ninguém é dono da terra, mas quem cuida dela deve ser preservado. Que ditadura é esta que se arroga direitos sobre o planeta? O Ocidente vive numa ditadura de domínio e controlo sobre o planeta que é inaceitável, incompreensível e não pode continuar. Quem são os "Governos" para decidirem o que quer que seja sobre o direito irrevogável de cada um habitar no espaço que lhe pertence por história e amor à terra? Há muito, muito tempo que o mundo inteiro se deveria ter oposto à brutalidade, desrespeito e abuso a que os índios têm sido submetidos para benefício de fazendeiros, indústrias e explorações agrícolas, que devassam, poluem e deixam a terra exangue.
O nosso silêncio e passividade, aliados à falta de moral e de ética dos nossos (des)Governos, está a destruir a casa que nos acolhe, o maravilhoso planeta azul.
"Foi decretado pela própria ciência o FIM do especismo - equívoco pelo qual alguns ainda insistem em teimar que os animais são seres "inferiores" ao homem, sem sentimentos ou incapazes de funções tal como a consciência e o sofrimento. Leia: http://fcmconference.org/img/CambridgeDeclarationOnConsciousness.pdf
A partir de agora já não é possível continuar a insistir nesse tipo de "argumentação" como tentativa de justificar o injustificável: o abate dos animais, o consumo da sua carne, a caça, a sua exploração como "diversão", o seu aprisionamento e confinamento, o uso das suas peles.
Ensinamos as crianças a amar os animais. Os mémés, os piupius, os patinhos... Levamos as crianças aos parques para dar pão aos patos, aos peixes, milhos aos pombos. Depois nas quintas pedagógicas, a darem festinhas às vaquinhas, às ovelhas.
Em casa há gatos, cães, coelhinhos. Ensina-se a cuidar e proteger... Mas no fim mata-se tudo, serve-se com arroz e batatas, e come-se.
Muitas crianças reagem, não lhes faz sentido, choram... Mas os pais insistem "tens que comer a carninha". E com o decorrer do tempo a consciência mais pura da criança vai-se dissociando da lógica emocional e intuitiva, e é substituída por uma (i)lógica racional cultural que nunca se questiona "porque é assim" (mesmo que ninguém saiba explicar porquê).
Digam-me se isto não é de facto uma perversão e psicopatia da nossa sociedade?
E porque é que se escolhe comer uns animais e não outros? De uma vez por todas, porque é que se comem animais? As suas opções têm um grande impacto sobre o nosso corpo, sobre o planeta.
Não reaja defensivamente, não negue, não ignore. Informe-se, reflicta e escolha.
“Alguma vez já se perguntou porque é que, de dezenas de milhares de espécies de animais, provavelmente sente-se enojado com a ideia de comer a grande maioria e só come meia dúzia deles? O que é mais impressionante sobre a nossa seleção de animais comestíveis e não comestíveis não é a presença de nojo, mas a ausência dela.
“Why We Love Dogs, Eat Pigs, and Wear Cows: An Introduction to Carnism”, é a resposta de Melanie Joy à pergunta acima: como é que nós como sociedade "decidimos" que animais são bons para jantar, em oposição ao desafio da conquista sobre o factor medo? Por que vemos alguns animais como "consumíveis", enquanto outros são "fofinhos"? E como é que é possível justificarmos a escravidão e abate de animais, quando esse sofrimento é desnecessário para a sobrevivência humana nos países industrializados?
Joy - uma psicóloga social e defensora dos animais - estabelece o conceito de "carnismo" para explicar como e porquê classificamos um pequeno subconjunto de animais não-humanos como "alimento", apesar de todos os animais (incluindo os humanos) serem essencialmente feitos da mesma matéria (ou seja, carne). A ideologia do carnismo automaticamente reforça e reenforça o nosso consumo de carne (a nossa "cultura da carne", se preferir). Porque o "carnismo" é absurdo, é preciso adoptar uma série de mecanismos de defesa a fim de manter o status quo. Estes incluem comportamentos como a negação, a evitação, a rotinização, a justificação, a coisificação, desindividualização, dicotomização, racionalização e dissociação. E tudo isto ocorre tanto a nível individual como institucional.” (https://www.facebook.com/pages/Occupy-for-Animals/152547194813334)
Vamos apoiar e divulgar maximamente este movimento, criado por Paulo Borges, presidente do PAN - Partido pelos Animais e Pela Natureza:
"Criei este movimento que visa alterar o estatuto do animal no Código Civil, que o considera absurdamente uma "coisa móvel", onde há que o reconhecer como um ser senciente, capaz de sentir dor e prazer psicofisiológicos e emoções afins às humanas. Este é o principal e fundamental passo para proibir, criminalizar e penalizar devidamente todos os tremendos maus-tratos e sofrimentos a que são sujeitos os animais em Portugal, sejam os de companhia, os usados nos circos e touradas ou ainda nos laboratórios e na cadeia alimentar. Vamos fazer a diferença, levar a causa de quem não tem voz ao primeiro-ministro de Portugal e colocar Portugal no rumo da civilização. Conto com o teu apoio e máxima divulgação!"
Os restantes animais são seres que precisam de afecto e que sofrem tal como nós, animais humanos. Há outras maneiras de testar produtos sem utilizar seres vivos. Seremos suficientemente sensíveis e compassivos para darmos voz aos mais fracos e ajudar a combater o comércio cruel?
"Estava previsto que, em 2013, a União Europeia estivesse livre de todos os novos cosméticos testados em animais. Contudo, as autoridades estão actualmente a considerar o prolongamento deste prazo, apesar da forte oposição pública relativamente aos cosméticos testados em animais, e apesar de legislação existente que já proíbe os testes em animais para fins de cosmética dentro da UE. Junte-se a nós e diga NÃO à crueldade na cosmética na Europa".
Assine a petição: http://nocruelcosmetics.org/sign_up.php?lang=portugal
"Quem lhes faz mal comete um crime" - Caras conhecidas, de todos os quadrantes da nossa sociedade, apelam para uma lesgislação não só necessária, como obrigatória à luz da ética do nosso paradigma evolutivo.
É incrível a hipocrisia em que vivemos. Isto vem de um país cujo rei é presidente honorário do WWF (world wildlife fund). Circula também na internet outra petição, na qual se exige que ele seja destituído desse cargo.